• 25/06/2016// Por: Camila Pavani

    Artista é presa após convidar estranhos para tocar seus seios em nome da sexualidade feminina

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    A artista suíça Milo Moire está viajando a Europa com a sua “Mirror Box” (caixa espelho), tudo em nome dos direitos das mulheres. Sua apresentação consiste em sair em público vestindo uma caixa espelhada que cobre sus seios ou genitálias e convidar estranhos à toca-la.

    O “processo” dura trinta segundos marcados com um cronômetro. A ideia de sua performance é ensinar o direito das mulheres de serem ou não tocadas, pelo tempo que elas quiserem.

    “Mulheres possuem sua sexualidade assim como os homens. Entretanto, só elas podem decidir quando e como querem ser tocada e quando não querem.”

    Segundo a artista, o protesto foi bem recebido em países como Alemanha e Holanda, mas na Inglaterra as pessoas se mostravam muito interessadas, porém muito fechadas para a sexualidade feminina.

    Milo foi presa em Londres por atentado ao pudor após algumas mães que passavam pelo local chamarem a Polícia.


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  • 24/06/2016// Por: Camila Pavani

    Ela teve sua conta no Instagram suspensa por masturbar frutas para promover a sexualidade feminina

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    Masturbação feminina ainda é tabu. 90% das mulheres gostam de ser masturbadas. Mas 60% delas nunca atingiu o orgasmo sozinhas. E 10% nunca chegou lá por nenhuma circunstância. Para acabar com isso e estimular mocinhas a se tocarem e serem felizes, uma artista resolveu simular a famosa siririca com inocentes frutinhas: morango, melão, mamão. E pasmem: ela teve sua conta no Instagram bloqueada por isso.

    É simples: a artista fetichiza frutas pelo feminismo e desafia a aversão da sociedade à sexualidade da mulher. Stephanie Sarley (clique no nome para acessar o perfil) começou a divulgar seu trabalho em janeiro deste ano e causou alvoroço no Instagram – não é à toa.

    No entanto, a rede social não aprovou em um primeiro momento e bloqueou sua conta por duas semanas. Ela respondeu contestando a censura e teve seu perfil liberado. E desde então ela não parou de fazer vídeos maravilhosos com diferentes frutas maravilhosas!

    Ela diz que sua missão é promover a sexualidade feminina. “É importante para eu retratar que vagina não é motivo de vergonha, controle ou esconderijo”, conta.

     

     

    Vi no Hypeness


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  • 20/06/2016// Por: Camila Pavani

    Presente para o namorado

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  • 13/06/2016// Por: Camila Pavani

    5 crimes sexuais pra lá de bizarros

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    1) Era um sofá muito gostoso

    Muitas pessoas gostam de decoração – algumas gostam muito mais. É o caso do quarentão americano Gerard Streaton, preso em flagrante por praticar sexo com um sofá numa via pública. Pois é, parece que ele levou a expressão “love seat”, popularizada pelas grandes redes de salas de cinema, a sério demais. Gerard foi detido em setembro de 2012, em Waukesha, no estado de Winsconsin, quando se engraçava com o estofado abandonado e foi surpreendido por um policial.

    O agente estava fora de serviço, e, para a infelicidade de Gerard, fazia cooper pelo bairro onde o crime aconteceu. Os registros da polícia informam detalhes constrangedores, como o fato de ocorrer penetração entre duas almofadas. Como estupro de mobília não é um crime previsto em nenhum código penal do mundo, as autoridades tiveram de classificar a situação como atentado ao pudor. Na casa de Gerard, a polícia também encontrou material pornográfico classificado como de”conteúdo variável”.

    As autoridades não divulgaram se as imagens do acervo pessoal do infrator incluíam sofás ou qualquer outra peça de mobília. Ou mesmo pessoas. E, como não havia seres humanos ou animais envolvidos no crime, Gerard acabou sendo liberado após pagar os custos de seu julgamento, no valor deUS$ 243, o que seria suficiente para comprar uma poltrona e um pufe. Em seu perfil no Twitter, Gerard mostrou que é original para além de suas práticas sexuais. Brincou que o estofado se chama Sofarella e que os dois estão namorando.

     

    2) Amante extra-virgem

    Uma garrafa de azeite de oliva e um ato falho destruíram um relacionamento na Flórida, em 2012. Tudo começou quando Barbara Hall,de 60 anos, e o namorado 15 anos mais novo estavam em um momento romântico no quarto e se deram conta de que estavam sem lubrificante íntimo. Ela pensou então uma solução criativa: usariam um frasco de azeite de oliva em spray que estava na cozinha. O problema é que produto tinha nome de mulher, Pam, o que causou um imbróglio.

    Ao ser questionado se poderia trazer Pam para a cama, o namorado ficou desconcertado e admitiu ter tido um caso com Pam, uma mulher, durante um passeio de barco, mas garantiu que aquilo era coisa do passado. Ele achou que estava levando uma bronca. Só que Barbara se referia a Pam, o azeite/lubrificante. Ela ficou transtornada com a história do romance com Pam, a mulher, e bateu no namorado repetidamente com o frasco de Pam, o azeite.

    A violência foi tamanha que a polícia precisou intervir, depois de ser acionada pelos vizinhos. Na delegacia, Barbara se fez de desentendida e disse não se lembrar do ocorrido. Em tempo: o azeite extravirgem é rico em ácidos graxos monoinsaturados, que integram as membranas nervosas e favorecem a transmissão de informações no cérebro. Ou seja, Pam, o azeite, faz bem para a memória. Ainda que Pam, a amante, não fosse exatamente inesquecível.

     

    3) O roubo banal do vibrador de ouro

    Um homem descrito como bonito, educado e bem-vestido entrou durante o dia em uma loja de Brasília. Discretamente, mostrou à vendedora uma arma que carregava na cintura e pediu o dinheiro do caixa. Como a gaveta estava vazia, ele decidiu improvisar e acabou roubando a primeira coisa chamativa que viu pela frente. O fato é que a loja era uma sex shop de luxo. Então, a primeira coisa chamativa calhou de ser um reluzente vibrador banhado a ouro, em exibição na estante. O valor do brinquedo roubado foi estimado em R$ 8 mil em 2012, ano em que o crime aconteceu.

    O produto tinha nome e sobrenome: Lelo de Ouro. Era nada menos que a peça mais importante do mostruário da sex shop e chamava a atenção dos clientes desde a inauguração da loja, meses antes do assalto. A relevância do acessório não se mede em centímetros (apenas 10), mas em quilates: 18, um número respeitável.

    Marcelo Araújo, proprietário da loja, disse à imprensa na época que seria muito difícil o ladrão conseguir comercializar a peça clandestinamente, devido a seu alto valor – e, claro, à sua finalidade tão específica. Uma opção seria derreter o brinquedo e vender o ouro. Uma outra possibilidade seria o criminoso ficar com o produto e usufruir de seus recursos ele mesmo.De acordo com a loja, o Lelo de Ouro, além de estimulante erótico, também pode ser usado como massageador. Aí, bem, vai do desejo de cada um.

     

    4) Está chovendo calcinhas

    Os moradores de um prédio na cidade de Yulin, na região autônoma deGuangxi, no sul da China, foram surpreendidos por uma situação constrangedora, ao voltar do trabalho no fim do dia, em 2012. Conjuntos de roupa íntima de todas as mulheres do condomínio foram metodicamente alinhados no chão à frente do conjunto residencial. Essa exposição foi obra da polícia, que precisava contar as calcinhas e os sutiãs encontrados em um esconderijo na escada de incêndio do condomínio.

    Eram cerca de 2 mil pares, armazenados por meses em um vão no teto. Com o peso, o gesso cedeu, provocando uma chuva interna de lingerie, que culminou com a chegada da polícia. Mais tarde, descobriu-se que as peças foram roubadas dos varais por um morador do prédio, que não teve o nome divulgado. As imagens, captadas pelo jornal local South China Morning Post, revelam que o tarado do condomínio não tinha preferência por um tipo específico de roupa íntima. Havia tanto itens confortáveis como as da personagem Bridget Jones, como combinações de renda diminutas como se vê em filmes para adultos. Também havia uma enorme variedade de cores e estampas.

    Em 2012, os furtos de roupa íntima proliferaram na China. Pouco tempo depois da detenção do tarado do condomínio, a polícia do país desvendou dois casos semelhantes. Um rapaz usava as peças como estímulo sexual. Outro, mais velho, roubava calcinhas para vesti-las no dia a dia.

     

    5) Quase um MC Catra

    Aos 44 anos, o norte-americano Corey Curtis tinha nove filhos com seis mulheres diferentes. Com uma dívida de pensões alimentícias acumulada em US$ 50 mil, o garanhão foi parar na Justiça. É claro que Corey tinha tudo para perder o processo – e perdeu. Surpreendente mesmo foi a pena estabelecida pelo juiz Tim Boyle, da corte do condado de Racine, no estadode Winsconsin: além de pagar o que deve, mais US$ 40 mil em juros, esse pai de famílias ficou proibido judicialmente de procriar. Isso mesmo, uma liminar o impede de ter mais filhos antes de quitar seus débitos.

    “O bom senso ensina que você não deve ter filhos se não pode sustentá-los”, declarou o juiz. “Vou fazer disso (o controle de natalidade do réu) uma condição para a liberdade condicional.” O fato é que Corey já havia sido preso diversas vezes nos últimos dez anos por inadimplência com as pensões das crianças. “É uma pena que a corte não tenha autoridade para esterilizá-lo”, acrescentou Boyle, que, ufa, não mencionou a possibilidade de capar o pai inadimplente.

    Não ficou claro na sentença qual seria a punição aplicada a Curtis caso seu número de filhos chegasse a dois dígitos. Para o réu, a decisão do juiz foi apressada.De todo modo, ele se comprometeu a cumpri-la. O método contraceptivo para o cumprimento da ordem ficou a critério do réu e não foi revelado. Ao menos, Corey não foi proibido de manter relações sexuais protegidas.

     

     

    Só podia ser coisa do Mundo Estranho


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  • 10/06/2016// Por: Camila Pavani

    6 mudanças que as mulheres sofrem aos 20 e poucos anos

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  • 08/06/2016// Por: Camila Pavani

    Homens ricos tendem a achar suas parceiras mais feias

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    Quem ganha dinheiro fica mais exigente e quer dar um upgrade em tudo – até na mulher. É o que mostra um novo estudo realizado em Hong Kong com estudantes universitários em relacionamentos sérios. E os pesquisadores tinham senso de humor.

    Primeiro, convenceram os rapazes de que eles ganhavam muito mais que seus colegas. Depois, prometeram que se encontrariam com uma linda modelo. Era tudo pegadinha, mas os homens que passaram a se considerar ricos eram os mais insatisfeitos com as namoradas e estavam mais dispostos a flertar com outras mulheres atraentes.

    O estudo foi dividido em dois testes. Os 182 participantes eram todos heterossexuais em relacionamentos sérios de 2 meses a 7 anos de duração. Os cientistas começaram o experimento manipulando um grupo a acreditar que era mais rico que os demais universitários, enquanto o outro tinha a sensação de ser relativamente pobre.

    A farsa funcionava assim: os dois grupos respondiam a um questionário sobre sua situação financeira (cargo, salário, poupança). Mas as opções de resposta eram diferentes para cada grupo. Os participantes ganhavam uma média de 1500 yuans. No questionário que fazia os jovens se sentirem ricos, as perguntas como “Quanto você ganha?” tinham valores baixos nas opções de resposta, variavam de 0 a 250 yuans à mais de 500 yuans. Assim, na maioria das vezes esses voluntários selecionavam a resposta mais alta.

    No formulário que fazia com que eles se sentissem pobres, as faixas eram bem mais altas, variando de 0 a 2.000 yuans ou mais de 12.000 yuans. E a manipulação funcionou direitinho. Os cientistas confirmaram que a grande maioria dos participantes acreditava que as 7 opções que ele viu representavam o mínimo e o máximo que um universitário ganhava no seu setor – e quem marcou as opções mais altas saía satisfeito.

    Depois que estavam convencidos da sua riqueza ou pobreza, os jovens tinham que avaliar o quão atraentes eram seus respectivos namorados ou namoradas. No caso dos homens, a riqueza (imaginária) sobe à cabeça: eles consideravam que suas namoradas estavam bem mais longe do seu ideal de beleza do que os homens “pobres”. Já entre as mulheres, não houve nenhum efeito significativo – mulheres, sejam elas ricas ou pobres, conseguem avaliar racionalmente a aparência do parceiro.

    O dinheiro também fez com que os jovens ricos se sentissem mais confiantes para abordar pessoas bonitas. No segundo teste, os pesquisadores recrutaram mais 121 universitários que namoravam sério. Aí, pediram que eles avaliassem fotos de pessoas lindas. Quando terminavam, eles anunciavam que queriam analisar a reação deles em um encontro face a face com um dos modelos fotográficos. De novo, não era verdade.

    Os participantes foram enviados um de cada vez para uma sala com 6 cadeiras. Em um dos assentos, estavam pendurados um casaco, uma bolsa e um chapéu. Os pesquisadores avisavam que o convidado já estava voltando e pediam que o voluntário sentasse. Eles perceberam que homens e mulheres mais “ricos” tendiam a sentar mais perto de onde pensavam que o convidado bonito ia sentar. Já os que se consideravam mais pobres mantiveram uma distância maior. Na comparação entre os gêneros, os homens se aproximaram mais que as mulheres.

    Os cientistas acreditam que esse cenário é uma boa indicação de quem está disposto a pular a cerca ou, pelo menos, a flertar com alguém atraente apesar de estar em um relacionamento.

    O estudo reconhece que, por ser feito só com estudantes chineses, pode existir um fator cultural nos resultados. Mas eles estão bem certos de que uma tendência parecida aconteceria em qualquer parte do mundo, em maior ou menor grau. Isso porque associam a descoberta às nossas raízes evolutivas: os machos que se sentem “por cima” com relação ao restante do bando têm um leque maior de opções de parceiras e podem ser exigentes sem o risco de ficar sem descendentes. Já as fêmeas comprometidas preferem manter sua estabilidade, o que aumenta as chances de ter um apoio paternal para os seus filhotes por mais tempo.

     

    Vi na revista Super Interessante


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  • 06/06/2016// Por: Camila Pavani

    Pedreiro trabalha de salto alto para protestar contra estereótipos femininos

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    Um pedreiro de 25 anos viralizou na rede após ir trabalhar usando sapatos rosa de salto alto. Segundo Andersson, ação foi um protesto contra a imagem estereotipada que a sociedade tem das mulheres.

    O protesto, bonito que só, durou apenas um dia. Por uma explicação bastante básica: ele passou aperto, literalmente, com o calçado.

    O que apenas comprovou sua mensagem, se mostrar solidário com as mulheres e se manifestar contra a pressão que as elas sofrem em busca do “ideal de beleza”.

     

    Veja o vídeo:

     

    Do jornal O Tempo


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  • 04/06/2016// Por: Camila Pavani

    Quase tiveram que pagar o lençol no motel

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    Eu tinha acabado de completar 18 anos e já namorava a 2 anos, então decidimos comemorar em um motel. A suíte tinha tudo que eu queria e mais um pouco. Então pedimos vinho e enquanto estávamos bebendo começou o rala e rola, colocamos as taças em uma mesinha do lado da cama, eis que um tempo depois no calor da emoção eu esbarro a mão em um dos copos e molha todo o lençol que custava 220 reais. Sim o lençol era um absurdo de caro. Nós ficamos nervoso e criamos sem parar por não saber o que fazer. Até que tivemos a ideia de jogar na água quente da banheira e torcer pra sair, a mancha saiu e lá vai eu subir na pia pra pendura-lo de algum jeito naquele quarto e ele secar antes de irmos embora, logicamente eu caí e tenho uma cicatriz no braço até hoje por isso. Por sorte o lençol secou e não tivemos que pagar outro. Mas passamos a noite toda preocupados com esse lençol empata foda. Até hoje rimos muito de tudo isso.

     

    ________________________________________

    Envie a sua história também! O email é blog@acidezfeminina.com.br.


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  • 03/06/2016// Por: Camila Pavani

    Mulheres que usam maquiagem ganham mais

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    De acordo com a ciência, muitos fatores influenciam o seu salário: fumar, beber e até ser feminista pode afetar quando você recebe no final do mês. Ser bonito é um desses fatores – pode afetar até quantos amigos você faz no ambiente de trabalho.

    Mas um novo estudo da Universidade de Chicago descobriu que a vantagem de ser bonito tem menos a ver com os seus genes e mais com o cuidado pessoal: cabelo, roupa e maquiagem.

    Os pesquisadores analisaram o salário de 14.600 homens e mulheres e compararam esses dados com as notas dos entrevistadores, que avaliavam o quanto os participantes eram atraentes e bem cuidados.

    As notas variavam de 1 (muito “não atraente”/mal cuidado) até 5 (extremamente atraente/bem cuidado). Tanto homens e mulheres considerados bonitos ganham 23% a mais que pessoas de aparência mediana. Se forem muito bonitos, podem ganhar até 40% mais. Ainda que a beleza leve vantagem, pelo menos não existe punição por não ser bonito.

    Pessoas feias não tinham uma diferença estatística de salário com relação às pessoas de beleza média. Mas a grande novidade do estudo foi separar o que é ser bonito do que é ser bem cuidado.

    Geralmente os dois eram considerados uma coisa só, mas quando os pesquisadores separaram os dois fatores, perceberam o ganho extra está mais relacionado a estar bem penteado, bem vestido e maquiado, no caso das mulheres, do que a ser atraente naturalmente.

    A pesquisa confirmou de que o cuidado pessoal e a beleza física não necessariamente andam juntos. 11% dos participantes foram considerados mal cuidados, mas bonitos ou muito bonitos. Outros 5% eram muito bem cuidados, mas não eram atraentes.

    Quem vai trabalhar mal cuidado ganha 18% a menos do que a média. No outro extremo, quem é muito bem cuidado ganha até 20% a mais.

    Estar bem cuidada refletia em um ganho maior para as mulheres do que para os homens. Uma mulher considerada menos atraente, mas muito bem cuidada, pode ter a mesma vantagem financeira que uma mulher bonita. Com os homens, não é assim.

    Os pesquisadores destacam que o fenômeno é uma faca de dois gumes para a mulher. Se ela pode conseguir ganhar mais com maquiagem e outros artifícios, isso não é só uma opção para ela – é obrigação. Quase 100% da vantagem salarial que era atribuída à beleza sumia caso a mulher fosse mal cuidada.

    Nos homens, essa relação era bem mais diluída – o fator “beleza” só dependia 50% do cuidado pessoal. Ou seja, dá para ganhar mais que a média sendo bonito e mal cuidado, desde que o profissional seja homem.

    O problema vai mais fundo: os pesquisadores concluem que, uma vez que o processo de se vestir e se maquiar adequadamente exige que a mulher preste atenção no seu entorno social, invista tempo e dinheiro e se conforme com o padrão social, essa ideia de estar “bem cuidada” acaba servindo como um controle do comportamento feminino no mercado de trabalho.

     

    Da revista Exame


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  • 02/06/2016// Por: Camila Pavani

    Acabou a briga: Aliança impede que uma pessoa do casal assista episódios das suas séries preferidas sozinho

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    Casais e amigos que costumam assistir a séries juntos enfrentam uma situação delicada: a necessidade de ver os capítulos ao mesmo tempo. Há quem não aguente a curiosidade e acabe assistindo antes do companheiro, causando discussões acaloradas. Para resolver o problema, a fabricante de sorvetes Cornetto desenvolveu anéis de compromisso que podem acabar essa “traição” na era Netflix.

    Como funciona?
    Os aneis contam com a tecnologia NFC e garantem que um integrante da dupla só esteja assistindo à série na presença do outro. Depois de receber o par de alianças, os usuários baixam um app desenvolvido pela fabricante de sorvetes que permite ao casal escolher seus programas favoritos. Os títulos serão “bloqueados” e só funcionarão mediante a combinação dos dois anéis.

    Segundo a Cornetto, a ideia é promover relacionamentos duradouros. Por esse motivo, o bloqueio do anel dura seis meses. “Queríamos incentivar os adolescentes a assistir sua série favorita juntos, e graças à tecnologia podemos acabar com o comportamento desprezível de assistir a episódios de suas séries favoritas sem o seu parceiro”, explica a companhia. Para garantir o sucesso do projeto, a empresa está negociando parcerias com plataformas de streaming.

    Os interessados na ideia devem se inscrever em um programa para receber os anéis. Ao que tudo indica, as alianças só estarão disponíveis no Reino Unido por hora.

     

    Vi no Olhar Digital


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Taty Ferreira

Blogueira

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Olar bandiputo!!!

Natural de Araxá/MG, tem 28 anos, é blogueira, youtuber, empresária, escritora, modelo, atriz e mentirosa. Produz conteúdo para a internet desde 2009 e ama o fato de poder trabalhar usando pijama. Tem uma missão de que é lembrar as mulheres de depilarem seus bigodes. Você, mulher, já depilou seu bigode essa semana?