• 17/03/2017// Por: Taty Ferreira

    #conversasnacama Sobre ser Mulher

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    Sou grande admiradora do bate papo descontraído. Prefiro infinitas vezes chamar um grupo de amigos para tomar uma cerveja em casa do que fazer parte de uma multidão em alguma apresentação ou festa. E estando muitas vezes trabalhando em outras cidades o quarto de hotel geralmente se torna minha casa, assim, a cerveja e o bate papo acabam rolando com a gente esparramado pela cama mesmo. Dessa maneira, nada mais certeiro que ser parte do #conversasnacama dos hotéis ibis e partilhar com vocês num bate papo sincero como me vejo em relação ao mês das mulheres.

    Não importa se você é engajada(o) na causa social em favor da equidade entre os gêneros. Chega o mês de Março e uma enxurrada de conteúdo vendendo os direitos iguais transbordam as timelines das nossas redes sociais, enquanto imagens e piadas desmerecendo tal causa aparecem esporadicamente. Diante de tanta demonstração de opinião nós acabamos sendo forçados a pensar qual é a nossa posição frente a isso tudo e como é que tais questões influenciam no nosso dia a dia.

    Eu me sinto confortável sendo mulher. É óbvio que por muitos momentos sou tomada por uma melancolia congênita, que me leva a admirar o jardim alheio e acreditar que talvez a grama do vizinho seja muito mais verde que a minha. Ainda que, na minha concepção essa sensação esteja ligada a personalidade e visão de mundo e não ao meu órgão reprodutor, isso acaba esbarrando em questões sobre o gênero.

    Ultimamente tenho tido um dilema sobre procriação que me leva muitas vezes a pensar se as coisas não seriam mais fáceis se eu simplesmente tivesse nascido portando testículos.

    Completei 30 anos há poucos dias. Entendo que estando numa relação amorosa saudável como a que tenho e guardando um desejo pela maternidade já há algum tempo, ter um filho nada mais seria do que a sequencia natural das coisas. Mas sou autônoma, trabalho com imagem, não tenho licença maternidade e nem garantia de salário no final do mês, juntamente a isso, sou mulher, eu é quem vou carregar a criança por nove meses, amamentar por mais dois anos, ter o corpo modificado, os hormônios alterados, o vinculo inicial aflorado e sou eu quem tem a menopausa prevista.

    Me parece um custo muito mais alto para a mulher, ao menos nessa primeira etapa, e devo ser sincera ao dizer que chego a pensar que, nesse caso, eu preferiria ser homem.

    Poderia parar por ai, mas analisando calmamente, eu entendo que gerar uma criança deveria ser visto como qualquer decisão que tomamos na vida. Toda e qualquer escolha traz perdas e ganhos. Se feita racionalmente, é analisada e tomada com base nos prós e contras. Portanto, essa analise não pode parar apenas nos contras.

    A questão é que sendo a pessoa que gera e amamenta, serei eu quem, também terei os bônus de gerar uma vida. Vou aproveitar toda a progressão do desenvolvimento daquele ser dentro da minha barriga, só eu poderei experimentar os sinais vitais sendo demonstrados dentro de mim. É por ser mulher que eu terei sim obrigações que são estabelecidas por ser quem gera, mas também serei recompensada com a observação mais próxima do desenvolvimento humano desde sua concepção, todo dia, o tempo todo.

    O fato de ser autônoma pode vir a me garantir mais tempo e disponibilidade para acompanhar essas transformações. Me garante um conforto maior, liberdade e disponibilidade para exercer a função de mãe.

    É por isso que afirmo me sentir confortável sendo mulher. Por que entendo que independente do gênero, todos temos conflitos e tudo tem, no mínimo, dois lados, basta escolher qual visão é mais leve e simples e seguir olhando por esse ponto de vista.

    Ibis3

    Pula aqui nessa cama comigo e me conta as observações que você tem feito sobre você mesma e sobre o universo ao seu redor nesse mês, basta postar um relato em qualquer rede social usando #ConversasNaCama e @acidezfeminina que vou traquear a hashtag e ler tudinho.


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  • 06/03/2017// Por: Taty Ferreira

    Você tem HPV? Saiba como descobrir aqui!

    HPV

     

    Provavelmente você conhece alguém que tem, e a pessoa se acabou de chorar, querendo matar quem transmitiu essa doença para ela.
    Depois de passar com o médico descobriu que não é o fim do mundo, e que ter o vírus não significa ter doença no colo do útero!
    Papilomavírus humano, o HPV, vírus que possui sua principal transmissão por via sexual e coloniza a pele e a mucosa (pênis, vagina, ânus, boca e colo do útero por exemplo).
    Esse vírus, responsável por 99% de todos os casos de câncer de colo de útero, é mais comum do que se imagina, estima-se que no Brasil 2 milhões de novos casos de HPV são registrados todos os anos!
    – Fiz o exame, descobri que tenho HPV. E agora doutor?
    Ainda não há cura para esse vírus , mas há controle, e deve-se realizar rigorosamente para evitar as complicações que o vírus acarreta.
    SINTOMAS:
    A grande maioria das infecções por HPV não apresenta sintomas, a paciente apenas descobre no exame de rotina com o ginecologista.
    Quando presente, o principal sintoma são as verrugas genitais, que podem estar na vulva, no períneo, no ânus e em outras áreas.
    DIAGNÓSTICO:
    Para a mulher sem sintomas, o diagnóstico acaba por ser feito nos exames de rotina.
    Papanicolau: Recomendado anualmente para todas mulheres a partir dos 25 anos, no caso de dois resultados negativos pode ser feito a cada 3 anos.
    Colposcopia: Com auxílio de uma lupa esse exame avalia as lesões na vulva e no colo do útero.
    Captura híbrida: mostra se a mulher teve o contato com o vírus, e mostra os subtipos.
    VACINA:
    As evoluções na biomedicina permitiram a criação de uma vacina para prevenção do HPV, o ideal é que se vacine as meninas entre 9 e 13 anos e idade.
    Atualmente também é possível vacinar meninos de 12 a 13 anos.
    TRATAMENTO:
    Como foi dito, o HPV em si não possuí cura, mas possui controle.
    No caso das verrugas genitais elas podem ser cauterizadas com laser ou ácido, porém sempre existirá a chance das lesões aparecerem novamente, com necessidade de novas cauterizações.
    A camisinha ainda é um ótimo meio de prevenção, inclusive no sexo oral, uma vez que o vírus pode colonizar mucosa da boca e da garganta.
    *Pouca gente sabe, mas pode-se pesquisar HPV nos homens, através de um exame chamado de “peniscopia”, muito parecido com a colposcopia.
    Cuide-se e na dúvida procure seu médico.
    Por Dr. Bruno Jacob
    Cabeca Bruno Jacob

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  • 02/03/2017// Por: Taty Ferreira

    Pensando no final de semana

    churrascao


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  • 28/02/2017// Por: Taty Ferreira

    Squirting na verdade é urina, dizem cientistas franceses

    jorrando agua

     

     

    Eu recebo muitos emails pedindo pra falar sobre Squirting e como não conheço nada sobre o assunto resolvi dar uma pesquisada e acabei encontrando essa notícia no Sweetlicious.

    Squirting” é algo que muitas mulheres desejam experimentar a sensação de “esguichar” de tanta satisfação sexual, ao mesmo tempo que os homens torcem para ver suas parcerias ‘esguicharem’ de tanto prazer. Há quase um mito glorioso sobre o “squirting”: Para as mulheres seria a sensação máxima do orgasmo, e para os homens a constatação incontestável de que levou uma mulher ao êxtase máximo.

    Mas sempre ficou uma questão em aberto: Do que é feito aquele líquido transparente que nada lembra a ejaculação masculina? Seria urina ou simplesmente um líquido que representa a ejaculação feminina, nada viscoso e esbranquiçado como o gozo proveniente do homem. Algumas pessoas que já experimentaram juram que não tem odor de urina.

    Pesquisadores franceses lançaram um recente estudo intitulado “Natureza e origem dos “Squirting” na Sexualidade Feminina, onde depois de avaliar o líquido em 7 mulheres, constataram: Sim, “squirting” é urina, pois o líquido acusou a presença de ureia, creatinina e ácido úrico, além da presença de fluído vaginal, devida a excitação feminina, na maioria dos casos (5 das 7 participantes). Confirmou-se também, em todas as 7 mulheres testadas no experimento, o esvaziamento da bexiga após o “squirting”. Os dados foram coletados com base no monitoramento ultrasonográficos da bexiga, ecografias pélvicas e análises bioquímicas.

    CONCLUSÃO: “Esguichar” é essencialmente a emissão involuntária de urina durante a atividade sexual, embora a contribuição marginal de secreções prostáticas ao fluido emitido muitas vezes existe.

    Pronto, tá resolvido o mistério!


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  • 16/02/2017// Por: Taty Ferreira

    Como evitar candidíase

    Mulher-preocupada

     

    Que mulher nunca passou por isso:
    Coceira insuportável, na qual você é capaz de coçar com uma bucha e nada melhora, pra piorar, vem junto um corrimento branco!
    Se identificou?

    Pois saiba que é uma das Principais causas de consultas ao ginecologista! Segunda maior causa de corrimento, responsável por 23% de todas infecções vaginais! Pelo menos 75% das mulheres terão, uma vez na vida!

    O papo de hoje é sobre candidíase!

    É comum, mas é desconfortável, a candidíase, ao contrário do que muitos pensam, não é apenas transmitida pela via sexual (ou seja, não precisa ficar encanada, achando que seu marido ou namorado te passou alguma DST). Na verdade essa condição está muito mais relacionada a um desbalanço da flora vaginal!

    Não entendeu o que é “desbalanço da flora vaginal”? Simples! A sua vagina é um meio onde vários microorganismos vivem em harmonia, lactobacilos, staphilococos, enterococos, todos em um pH de ácido (acidez feminina!?). E lá no meio está ela, a Candida, exatamente, 30% das mulheres tem a Candida normalmente na vagina. Quando ocorre uma “quebra” dessa harmonia, como alteração do pH por exemplo, alguns microorganismo se sobressaem, se multiplicam e começam a causar os sintomas.
    Quase esqueci de apresenta-la!
    Candida albicans, um fungo capaz de se proliferar e meio ácido! Ela é a responsável por esse coceirinha insuportável!
    E o que leva a candidíase a aparecer, Dr.?
    Muitos fatores, tudo que causa esse desbalanço na flora, e isso vai desde stress até a própria gravidez.
    – Uso de antibióticos
    – DIU
    – Obesidade
    – Pílula anticoncepcional
    – Diabetes
    Alterações imunológicas
    – Doenças da tireoide
    – Habitos de higiene inadequados
    Entre outros…
    A candidíase não é uma condição de difícil diagnóstico, aliás, é muito comum a paciente sentar na frente do médico e falar “Dr. estou com candidíase”. Quem tem ou já teve, sabe bem como é!
    – Coceira
    – Queimação na vulva
    – Dor no sexo
    – Corrimento branco sem odor
    – Fissuras e edema na vulva
    – Placas brancas aderidas na vagina
    O tratamento o médico só pode determinar após um exame clínico, mas existem cuidados diários na vida da mulher para diminuir a ocorrência da candidíase.
    – Fortaleça seu sistema imunológico: Durma bem, se alimente bem, evite stress
    – Boa higiene íntima: Banho diariamente (não muito quente) com sabonete neutro para a vagina.
    – Troque de calcinha: evite usar a mesma calcinha por muito tempo (prefira calcinhas de algodão)
    – Mantenha a região seca: secar bem depois do banho ajuda.
    – Não abafe: protetor diário só vai deixar sua vagina mais quente e úmida, fungos adoram isso.
    – Evite produtos perfumados na região: podem causar irritação e alterar o pH
    – Evite calças apertadas: lembre-se da dica de não abafar a coitada!
    – Praia: cuidado redobrado nas férias! Não use o biquini úmido o dia todo.
    – Dormir sem calcinha: A região genital deve ser ventilada de vez em quando!
    Lembre-se, candida é um fungo!Fungos gostam de lugares úmidos, escuros e quentes! Alguma semelhança com a vagina? Sim!!!!
    Na dúvida fale com seu médico.
    Cabeca Bruno Jacob

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  • 14/02/2017// Por: Taty Ferreira

    Maternidade sem romantismo

    Há alguns meses eu tava conversando com umas amigas sobre como faltava conteúdo no mundo que tratasse maternidade como algo real, como mais um passo da vida, um desafio e não passasse o tempo todo romantizando o fato de ter um filho. Dai Manu e Fabi me indicaram Hel Mother com os seguintes dizeres:

    – Você já viu real mother? Acho que você vai amar!

    Pois bem, eu não tô grávida, não sou mãe, mas sou interessada no assunto, amo os bebês das amigas e penso na possibilidade, desde então eu tenho assistido Hel Mother frequentemente e hoje tô aqui indicando para vocês porque acho que vocês também vão amar!

    Se liga!

     

     

     


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  • 04/02/2017// Por: Taty Ferreira

    Mulher forjou próprio estupro para incriminar atual do ex

    Se liga nessa história que eu li no Não Intendo

     

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  • 03/02/2017// Por: Taty Ferreira

    É saudável fazer sexo durante a gravidez? Veja opinião de um especialista

    Mulher Gravida

     

    Sexo é bom e todo mundo gosta!

    Uma dúvida muito frequente no consultório de um obstetra é a seguinte: “Dr. agora que eu estou grávida, vou ter que parar de ter relações com meu marido/namorado? O sexo pode machucar o nenê?”
    Realmente, para um casal recém-casado e no auge da paixão, 9 meses sem sexo é muito! Na verdade, para algumas pessoas uma semana já pode ser muito.
    E ai? O que fazer?
    Essa semana, Dr. Bruno Jacob vai tirar todas suas dúvidas a respeito do sexo na gestação, vamos lá?
    As pacientes ficam receosas sobre o sexo, ainda mais quando a gestação vai se aproximando do termo. A impressão é que o seu parceiro pode machucar o nenê, ou algumas posições podem apertá-lo no útero!
    A notícia boa é que você pode sim ter relações durante a gravidez, do início ao fim, e elas não fazem mal para seu nenê!
    Em relação a preocupação dos casais se o sexo machuca o bebê, tanto pela penetração como pelas posições!
    Mito!
    O seu filho é muito bem protegido de infecções pelo tampão mucoso e pelas membranas que recobrem todo o feto, e muito bem protegido de traumas pela espessa camada muscular do útero e pelo líquido amniótico. Logo isso é uma lenda!
    Obviamente existem contraindicações para ter relações sexuais durante a gestação, e devem ser respeitadas rigorosamente caso haja necessidade! São elas:
    – Placenta prévia
    – Sangramento 
    – Dores abdominais
    – Risco de parto prematuro
    – Incompetência do colo uterino
    – Rotura prematura das membranas 
    – Parceiro com herpes genital
    Essas condições não são tão comuns e caso você não tenha nenhuma delas, o sexo está liberado por 9 meses!
    Em alguns casos, na verdade, ele inclusive é indicado para pacientes que já estão com os 9 meses e não estão entrando em trabalho de parto. O seu médico pode recomendar que você tenha relação para estimular o colo e iniciar a dilatação.
    Muitas mulheres questionam também a respeito da libido!
    Ocorre que algumas mulheres podem estar com o apetite sexual aumentado durante a gravidez, em outros casos pode estar diminuído.
    Na gravidez o fluxo sanguíneo para os órgãos pélvicos está maior, assim sendo, algumas mulher podem ter aumento da sensibilidade e assim, maior prazer e sensibilidade na relação, já outras podem experimentar desconforto no sexo por conta da vulva estar edemaciada.
    Outras mulheres perdem a vontade de sexo por estarem mais cansadas, com dor nas mamas, dor nas costas ou por conta dos enjôos ou da incontinência urinária. Ninguém se sente a vontade para ter relações nesse estado certo?
    Além disso a labilidade hormonal pode fazer com que a mulher sinta uma vontade enorme de fazer sexo, isso é muito comum nas gestantes.
    Ou seja, você poderá ter uma vontade insaciável por sexo na gravidez, ou, poderá perder totalmente a vontade e a libido, e isso não dá para saber em quem acontecerá.
    A atividade sexual é muito importante para a saúde da mulher e do casal.
    O ideal é não deixar de namorar por medo de machucar o bebê ou atrapalhar a gestação. Se não houver contraindicações, o sexo está liberado para as gestantes.
    Cabeca Bruno Jacob

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  • 30/01/2017// Por: Taty Ferreira

    Brasiliense faz ensaio de moda enquanto enfrenta tratamento de cancêr

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    “Descobri o tumor há cerca de 5 meses e iniciei o tratamento há um mês. Sou filha única e a minha maior preocupação era ter forças para encarar bem o tratamento e passar confiança para os meus pais. Queria que as pessoas vissem que eu estava bem e que ia superar isso”, relembra Gabrielly.

    Durante uma simples prevenção no banho, a estudante de psicologia Gabrielly de Oliveira, de 25 anos, descobriu um câncer de mama e, desde então, iniciou uma batalha para superar as dificuldades do tratamento e manter viva a esperança de cura. A fim de inspirar outras pessoas que passam pela mesma situação e levantar a própria auto-estima, com o apoio de amigos e familiares, Gabrielly aceitou posar para um editorial de moda de uma empresa brasiliense. Segundo a proprietária Clarissa Santiago, a intenção do ensaio é resgatar a beleza interior e a naturalidade feminina.

    No hospital vejo muita gente triste e que se priva muito.Eu, por outro lado, consigo ter uma vida completamente normal. Acredito que se tivermos estilo, iniciativa e levar a situação com naturalidade, conseguimos tornar tudo muito mais bonito e as pessoas conseguem nos olhar com olhos de admiração e não de dó”, concluiu a estudante.

    gabi4

     

     

    You go Gaby! Matéria enviada por uma leitora e replicada do Jornal de Brasília.


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  • 27/01/2017// Por: Taty Ferreira

    Você precisa de um procedimento estético íntimo? Vem ver a opinião de um especialista

    ESTETICAINTIMA

    Como você se sente em relação ai seu corpo? Quais as suas inseguranças?

    O cabelo? A celulite? Os peitos? O nariz? Estrias?

    Essas são inseguranças frequentes das mulheres e todo mundo sabe que existem procedimentos estéticos e farmacêuticos para resolver tudo isso!

    Mas e a sua vagina? 

    Assim como todas as partes do corpo, algumas mulheres estão insatisfeitas com a região íntima. Algumas acham a vagina muito grande, muito pequena, excesso de pele, muito escura e por aí vai!

    O problema, é que diferentemente de um alistamento de cabelo, os procedimentos estéticos íntimos não são conhecidos pela maioria das mulheres.

    Por isso essa semana, eu, Dr. Bruno Jacob vou falar sobre isso aqui no Acidez Feminina.

    A verdade é que não existe um padrão anatômico genital considerado “normal” e quando se fala em estética íntima só existe um fator importante:

    VOCÊ SE SENTE INCOMODADA PONTO DE INTERFERIR NA SUA QUALIDADE DE VIDA?

    E acreditem, interfere muito! Tem muitas mulheres que tem vergonha da própria vagina, e por isso deixam de ter relações sexuais, principalmente oral, ou deixam de sentir prazer e terem orgasmo por estarem “tensas” na hora do sexo. E isso atrapalha a vida conjugal e sexual da mulher.

    Não existe um padrão de beleza em relação a vagina. Diferente do nariz, por exemplo, a ninguém sai vendo a vulva de ninguém por ai o tempo todo na rua, nem nas capas de revista e nem na televisão. Por isso a insegurança aumenta.

    O que a maioria das mulheres não sabe, é que a medicina estética íntima tem evoluído muito nesse aspecto.

    Veja abaixo quais os procedimentos e como funcionam:

    Peeling: Exatamente, com uma técnica específica para a genitália é possível clarear a região.

    Ninfoplastia: Uma cirurgia muito simples, realizada sob anestesia local, que reduz o tamanho dos pequenos lábios e os resultados são ótimos!

    Redução do monte de vênus: Acúmulo de gordura na região do púbis pode causar constrangimento em algumas mulheres. Para isso existe uma cirurgia que funciona como uma pequena lipoaspiração da região.

    Aumento dos grandes lábios: Com o passar dos anos, algumas mulheres podem apresentar uma perda do volume dos lábios, dando um aspecto de que a vagina está “murcha”. Essa cirurgia consiste em enxerto, do próprio corpo ou te materiais sintéticos para devolver o volume.

    Prepúcio clitoriano: Assim como o prepúcio na glande masculina, o clítoris também fica recoberto por um pouco de pele, algumas mulheres podem ter um excesso de tecido na região, o que dificulta as preliminares e pode causar desconforto.

    Aumento do ponto G: Com a injeção de uma substância específica os médicos conseguem uma hipertrofia do ponto G, o que facilita a estimulação feminina.

    Perineoplastia: Essa cirurgia ajuda, e muito, mulheres que passaram por muitos partos vaginais e queixam-se de “alargamento” da região vaginal! Auxilia na perda urinária e nos prolapsos.

    Você deve se sentir bonita em todos os aspectos e isso inclui a região íntima! Não deixe as dúvidas poluírem sua cabeça ou estragar sua vida sexual!

    Por Dr. Bruno Jacob

    Cabeca Bruno Jacob


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Taty Ferreira

Blogueira

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Olar bandiputo!!!

Natural de Araxá/MG, tem 30 anos, é blogueira, youtuber, empresária, escritora, modelo, atriz e mentirosa. Produz conteúdo para a internet desde 2009 e ama o fato de poder trabalhar usando pijama. Tem uma missão de que é lembrar as mulheres de depilarem seus bigodes. Você, mulher, já depilou seu bigode essa semana?