• 05/06/2018// Por: Taty Ferreira

    Talvez você tenha vaginismo e nem sabe! Vem descobrir!

     

    Convidei a Juliana Pescara, que já passou por este problema e se tornou especialista nisso, para falar com vocês sobre o assunto e explicar todos os detalhes, vem ver!

     

    vaginismo acidez feminina

     

    Você já ouviu falar em vaginismo? Não? Então acompanha esse artigo que eu tenho um assunto muito importante para tratar com você. Pois, se você sente dor na relação, ou ardência, ou tem sangramento ou, até mesmo, tem medo de transar, pode ser que você tenha vaginismo.

    Acontece que, atualmente, muitas mulheres estão vivendo frustradas, pois não conseguem de fato ter uma relação sexual prazerosa. Afinal, já faz muito tempo que essa coisa de que “mulher não pode ter prazer” já está ultrapassada. Isso a gente já sabe!

    Mas, o que muita gente ainda não sabe, é que existem dezenas e milhares de jovens, moças, mulheres e até velhinhas (sim, até as velhinhas), sofrendo de um mal chamado vaginismo.

    Desse modo, a qualidade de vida cai. A auto-estima cai. O prazer na hora do sexo? Esse nem se quer existe. E é exatamente por essa razão que precisamos falar sobre vaginismo.

    Prazer, meu nome é Juliana Pescara, e hoje eu invadi o blog da Taty… Mas calma, é por uma boa causa!

    Estou aqui hoje para mostrar a vocês o que é esse mal silencioso que, muitas vezes, nem é diagnosticado. E ainda, o quanto ele atrapalha a nossa sociabilidade e autoconfiança. Por isso, acompanha o que eu tenho para lhe dizer e vamos juntas impactar o maior número de mulheres possíveis.

    O que é o vaginismo?

    Mas afinal, o que é vaginismo? Bom, em poucas palavras, é a contração involuntária que a parede da vagina da mulher dá quando a mesma pensa em sexo ou está tentando praticar o ato sexual. Causando, desse modo, dor, ardência, sangramento, frigidez, etc. Ou seja, ele abrange exatamente uma gama de contextos da vida da mulher: relacionamento, auto-estima, confiança, bem estar, etc.

    No entanto, é claro que o seu conceito é bem mais amplo, e eu falo sobre ele aqui. Porque veja bem, estamos tratando de um assunto que circunda, normalmente, questões psicológicas da mulher. Desse modo, as causas são inúmeras, mas, o que elas não estão sabendo, é que todas as causas do vaginismo são curáveis.

    O pior é que, normalmente, o diagnóstico nem se quer é feito. E, além disso, há ainda quem diga que este problema é “frescura” da mulher que – nas palavras deles – não querem dar. Mas, minha gente, eu estou aqui hoje para falar uma verdade bem verdadeira para vocês: vaginismo não é frescura! É uma disfunção sexual que tem cura! E sabe como eu sei de tudo isso? Vivendo 7 anos com dores durante a relação sexual, mesmoquerendo dar.

    Minha história com o vaginismo

    Bem, a minha história é super longa, e ela engloba traumas de infância e momentos peculiares acerca do sexo. Não cabe eu detalhar a minha infância aqui para vocês, mas cabe eu resumir a minha história de dores e frustrações envolvendo este mal.

    Eu, Juliana, perdi a minha virgindade aos 16 anos. Acontece que, naquela época, eu ainda vivia com os meus pais, rodeada de regras religiosas e opressões quando falávamos de sexo. Inclusive, eu tinha aquela ideia em mente de que casaria virgem!

    Mas, quando o meu coração encontrou o boy magia dos meus sonhos, eu não, digamos, “aguentei”. O problema é que, mesmo querendo transar, eu não queria porque sentia culpa. E foi aí que eu comecei a sentir dor, e mais culpa, e mais dor, e mais culpa. Até que, quando me dei conta, minha vagina se fechou completamente.

    E olha, meus amigos… Quando eu falo que se fechou, é porque fechou mesmo! Nem meu boy conseguia sequer introduzir o dedo. Sim, isso mesmo que você leu. Minha vagina se contraía tanto, mas tanto, que tornou-se impossível introduzir um dedo. Meu namorado tentou? Tentou. E ele relatava que parecia que estava tentando enfiar o dedo na parede de concreto.

    Triste mas realidade. E, pior do que isso, foram as inúmeras vezes que chorei tentando, simplesmente, “dar” para o meu namorado. Chorava me sentindo incapaz. Chorava me sentindo feia e fraca. E dizia aos prantos para ele: Eu nunca vou conseguir isso.

    O tempo passou, e, de certa forma, desistimos. Acredito que tentamos nos primeiros 3 anos do relacionamento, pois foi quando eu ainda perdi a minha mãe… Ou seja, novas inseguranças, dores e medos surgiram em minha vida.

    Depois disso, passou-se muito tempo. Eu ainda tentava apenas introduzir o meu dedo, sozinha, enquanto me masturbava. Mas, nada acontecia… E eu chorava sozinha no meu quarto.

    No entanto, depois de 7 anos e inúmeras tentativas, eu consegui! Sim, dá pra acreditar depois de tudo que relatei? Eu finalmente encontrei a solução para a minha vida! Eu consegui vencer o vaginismo.

    E, desse modo, eu criei o meu blog, o www.vencendoovaginismo.com.br, e nele eu passei a relatar tudo sobre este mal que maltrata tantas mulheres. Pois além de impactar a vida e a autoestima da gente, ele ainda impacta o nosso parceiro, diretamente! E é por isso que estou querendo mostrar ao maior número de pessoas os males desta disfunção e, mais do que isso, ajudar infinitas mulheres a superarem a partir da minha história.

    Vem comigo descobrir um universo de possibilidades!

    Por essa razão eu estou aqui hoje! Vim te convidar para conhecer o meu Programa chamado Vencendo o Vaginismo – que em breve lançarei em formato de guia. Acesse o meu blog, e não deixe de mostrar pra prima, pra amiga, pra tia e pra sobrinha (desde que ela não seja uma criança, ok? rs). E também não deixa de compartilhar com o melhor amigo! A gente precisa falar sobre isso. A gente precisa fazer com que o maior número de homens e mulheres desse mundão conheçam esse problema para, dessa forma, resolvê-lo.

    Precisamos falar sobre o vaginismo, para que ele não fale pela nossa vagina por aí. Porque ninguém mais apto para responder aos nossos desejos sexuais do que o nosso corpo pautando-se em nosso pensamento! E não o nosso pensamento ficando limitado as barreiras sombrias do corpo.

    Gente, vaginismo tem cura! Eu quero ajudar as mulheres a terem a vida sexual que todas merecem! E olha, deixa eu te falar, foram 7 anos frustrada… Mas agora eu posso afirmar que sexo é uma das melhores coisas da vida!

    Aguardo a sua visita e o seu comentário lá no blog!

    Um beijo,

    Juliana Pescara.Vaginismo


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Taty Ferreira

Blogueira

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Olar bandiputo!!!

Natural de Araxá/MG, tem 30 anos, é blogueira, youtuber, empresária, escritora, modelo, atriz e mentirosa. Produz conteúdo para a internet desde 2009 e ama o fato de poder trabalhar usando pijama. Tem uma missão de que é lembrar as mulheres de depilarem seus bigodes. Você, mulher, já depilou seu bigode essa semana?