• 09/09/2015// Por: Camila Pavani

    Infidelidade pode ser genética

    genetica-infidelidade

     

    A infidelidade conjugal continua sendo uma das principais preocupações para o casamento tradicional. De acordo com uma pesquisa de 2013, a porcentagem de mulheres que se envolveram em relações extraconjugais cresceu cerca de 40% desde o início dos anos 90. O site europeu Victoria Milan, especializado em ajudar homens e mulheres a “pular a cerca”, diz que 67% dos que traem também desconfiam que o parceiro faça o mesmo. Mas a ciência pode explicar o comportamento dos adúlteros.

    Segundo uma pesquisa de 2010, a propensão à infidelidade pode estar no DNA. Depois de analisar o comportamento sexual de 181 adultos, os cientistas constataram diferenças em cada um deles. Para os estudiosos, a variação do gene DRD4, também ligado à busca de sensações prazerosas, como o uso de álcool e jogos de azar, é a principal responsável também pelas aventuras fora do relacionamento.

    ” A motivação parece resultar de um sistema de prazer e recompensa, quando há liberação de dopamina. O gene também está ligado a uma visão política mais liberal e a um comportamento mais aventureiro”, disse Justin Garcia, professor da Universidade de Binghamton, nos Estados Unidos.

    Segundo o pesquisador, os resultados fornecem algumas evidências biológicas do que, à primeira vista, parece ser um pouco contraditório: indivíduos poderiam procurar por um relacionamento sério, mas ao mesmo tempo ter encontros sexuais de apenas uma noite. Ou seja, é plenamente possível que alguém apaixonado traia, mas ainda assim estar profundamente ligado ao parceiro – científicamente falando.

    Para Michele Weiner-Davis, terapeuta de casais e autora do best-seller  Divorce Busting, a infidelidade não deve ser motivo para terminar um relacionamento. “Muitas pessoas pensam que a traição sinaliza o fim de um casamento, e isso não é verdade. Embora esquecer a infidelidade seja uma tarefa desafiadora, a maioria dos casamentos não só sobrevivem, como também crescem com a experiência”.

    Ainda há quem pense que uma aventura extraconjugal possa salvar o relacionamento. É o caso de Eli Finkel, pesquisador da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos. Para ele, subrir suas necessidades sexuais fora do casamento é perfeitamente normal e não rompe outros laços importantes do casal, como apoio social e sentimental.

     

    Notícia da Revista GQ


    Gostou? Compartilhe


Taty Ferreira

Blogueira

/acidezfeminina
/acidezfeminina
/AcidGirlTestosterona
/acidezfeminina
/AcidezFeminina
/AcidezFeminina
Olar bandiputo!!!

Natural de Araxá/MG, tem 30 anos, é blogueira, youtuber, empresária, escritora, modelo, atriz e mentirosa. Produz conteúdo para a internet desde 2009 e ama o fato de poder trabalhar usando pijama. Tem uma missão de que é lembrar as mulheres de depilarem seus bigodes. Você, mulher, já depilou seu bigode essa semana?