• 10/03/2016// Por: Camila Pavani

    Máxima “opostos se atraem” não vale para casais, diz estudo

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    A grande maioria dos filmes de amor que você já viu é improvável. Titanic? Balela. A Dama e o Vagabundo? Falácia. 50 Tons de Cinza, então, nem se fala. Um novo estudo aponta que não existe esse negócio de que os opostos se atraem.

    Na verdade, você gosta mesmo é de quem parece com você.

    Pesquisadores da Universidade do Kansas e do Wellesley College foram às ruas em buscas de casais interagindo (de amigos, namorados, casados) e analisaram os pontos em comum das duplas: valores, traços de personalidade, atividades recreativas, consumo de álcool e drogas, por exemplo.

    O resultado apontou que as relações que duraram mais e tinham mais intimidade eram aquelas em que as características dos envolvidos era parecida.

    A pesquisa afirma que o momento mais decisivo em um relacionamento são os contatos iniciais – é nessa fase que as pessoas decidem se vão investir ou não em outro alguém.

    “No início da relação, você tenta criar um mundo social que o deixe confortável, com pessoas para confiar e cooperar para atingir seus objetivos. A similaridade é muito útil nesse contexto, e pessoas são atraídas por isso na maior parte do tempo”, afirma Chris Crandall, co-autor da pesquisa.

    Para os autores, ao contrário do que Hollywood prega, as pessoas não mudam durante a relação. A ideia não é afirmar que não há trocas ou ações que influenciam os companheiros. Elas existem, mas não transformam as pessoas.

    “Nós percebemos que existem intervenções, como pequenas mudanças na personalidade, atitudes e valores, mas, na verdade, há pouco espaço para que um influencie o outro“, diz Angela Bahns a outra responsável pelo texto.

    A pesquisa, porém, afirma que não é como se as pessoas não conseguissem ter relações com seus opostos – na verdade, elas podem até ser duradouras e boas.

    Só que, se pudermos escolher, tende-se a ir pelo caminho mais semelhante. “Estamos afirmando que selecionar seus semelhantes como parceiros é algo extremamente comum – tão comum que dá para apontar como uma característica psicológica”, diz Bahns.

    O estudo analisou as relações em pequenas faculdades do Reino Unido, e percebeu que lá as amizades tinham menos em comum do que em grandes campus – simplesmente porque faltava opção – mas os registros não mostravam que as pessoas eram menos ou mais amigas por isso.

    “Sabemos que as pessoas escolhem o semelhante primeiro. Mas, se você mudar seu rumo, pode encontrar excelentes amigos, relações significativas, com pessoas diferentes de você“, explica Crandall.

     

     

    Vi na revista Exame


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Taty Ferreira

Blogueira

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Olar bandiputo!!!

Natural de Araxá/MG, tem 30 anos, é blogueira, youtuber, empresária, escritora, modelo, atriz e mentirosa. Produz conteúdo para a internet desde 2009 e ama o fato de poder trabalhar usando pijama. Tem uma missão de que é lembrar as mulheres de depilarem seus bigodes. Você, mulher, já depilou seu bigode essa semana?