• 29/01/2013// Por: Taty Ferreira

    Hipocrisias do século xxI


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  • 29/01/2013// Por: Taty Ferreira

    Como você demonstra que tem pau pequeno

     

     


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  • 29/01/2013// Por: Taty Ferreira

    Sex Music – Meu Esquema

    Pra quem gosta de uma MPB na hora do vamô vê tai a música do Mundo Livre S/A, indicação da Carolina Martins

    httpv://www.youtube.com/watch?v=kIIKAigKNw8


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  • 29/01/2013// Por: Taty Ferreira

    O que as mulheres esperam


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  • 28/01/2013// Por: Taty Ferreira

    Seu amor é verdadeiro?

     

    Post do Frases de Amore


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  • 28/01/2013// Por: Taty Ferreira

    Transa interrompida pelo cão fornicador

     

    “Oi pessoal, minha história que descreverei aqui, ocorreu na cidade de Mogi das Cruzes – SP, no tempo que morava lá na época da faculdade, pra quem não conhece é uma cidade pequena entre São Paulo e o Litoral (Bertioga) com duas grandes Universidades, e a maioria dos estudantes dessas são de fora, o que torna favorável a festas e bagunças.

     

    Morava em uma república, éramos todos do mesmo curso, mas a casa era muito frequentada tanto por outros estudantes de outros cursos como por amigos e amigas de outras repúblicas, e assim sempre tínhamos um ambiente muito favorável para a bagunça.

    Certa vez cheguei da aula e estava rolando uma festinha, na verdade uma resenha lá em casa, só que na hora em que cheguei um dos amigos estava no quarto com uma garota o outro já estava quase indo com a outra para o outro quarto e pra mim que tinha acabado de chegar só sobrara uma das garotas, que na verdade não me chamava a atenção para fazê-la feliz aquela noite por que não estava tonto o bastante para a feiura dela.

    Eu sei que ninguém é obrigado a ficar com ninguém, eu poderia muito bem ir para o meu quarto e dispensá-la, mas esse estava ocupado. Dai aos poucos a mina foi se aproximando, e eu pensava, ela me chamava pra dançar – detalhe a nossa sala era a pista de dança da bagunça, tínhamos uma luz negra que ajudava a criar aquele clima – e ficava esfregando em mim até que eu pensei “vamos encher a cara e foda-se o resto”. Logo que fiquei no grau, fui percebendo que a mina até que não era tão feia não, e a luz negra a fazia ter curvas mais sensuais, quando começamos a nos pegar. E foi ai que percebi que ela estava na seca, ela pegava na criança com tanta vontade que até machucava, começamos um amasso nervoso na sala, só que ai eu pensei, daqui a pouco os caras sairão do quarto e já que eu tinha começado, iria até o fim.

    Chamei para ir para o quintal, a coloquei em cima de um mezanino e comecei a tirar a roupa dela, em quanto colocava a camisinha, o cachorrinho da republica – um viralatinha “mais de boa” que chamava-se Wisky – apareceu, e quando penetrei na bandida, o Wisky também queria entrar na brincadeira, grudou na minha perna e começou a fornicar, logo fiz uma reação de chute que ele até já estava acostumado e rapidamente largou minha perna pra fugir da bica, e eu ainda penetrado na garota, mas isso não foi empecilho ,continuamos.

    O Wisky ficava andando de um lado à outro, até que ele não resistiu ao ver a calça com a calcinha da mina, que estava dependurada em um dos pés, presa pelo tênis – ela preferiu que eu tirasse somente um dos lados, imagino que era para ficar mais fácil colocar depois – e nesse momento não teve jeito, e começou um cabo de guerra entre o Wisky e a garota, ele puxava e quase derrubava nos dois. Ela acabou desistindo e dizendo “ASSIM NÃO DÁ”, a mina ficou puta da vida, pulou da mesa e nesse instante o Wisky deu uma puxada que até deu um tranco na garota, deixando-a com mais raiva, ela fez que ia bater no Wisky, como ele não era bobo, soltou porque ele viu que a coisa iria ficar feia pro lado dele. Enquanto ela colocava a calça novamente, ia resmungando, e dizia: “isso broxa qualquer um”, eu tentava encontrar palavras para acalma-la, mais não vinha, olhava para o Wisky e dizia: “você é foda hein”, ele abanava o rabo e fazia uma cara de missão cumprida.

    Depois pude entender melhor que o Wisky. Ele estava querendo me livrar de um problema, a mina era esquisita mesmo. E pra ela ficar puta da vida, como ficou, é por que sabe lá quando ela teria outra oportunidade. Ai que percebi que cachorro é sim o melhor amigo do homem.”

    História enviada por Hugo Paes


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  • 27/01/2013// Por: Jean Vieira

    Acidez Alheia #92


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  • 26/01/2013// Por: Taty Ferreira

    Chega de se fazer de vítima

     

    Pleno 2013 e ainda temos que aguentar mulheres se fazendo de vítima.

    Quem é que nunca teve que aguentar uma mulher choramingando pelo cara que a traiu, pela amiga que a tratou mal, pelo chefe lhe chamou atenção em frente aos colegas de trabalho? Arrisco dizer que quem convive com muitas mulheres deve passar por essa lamentação todo santo dia.

    Daí, fico pensando, as mulheres, em geral, tem um histórico recente de luta, enfrentamento, conquistas, evolução social e coragem como nunca havia sido registrado na história, mas ainda têm a necessidade de se fazer de vítimas e tentar culpar o outro pelo fracasso, quase nunca aceitando que recebemos aquilo que procuramos.

    A maneira mais comum de presenciar o melodrama é num término de relacionamento, nesta situação a mulher sempre reclama que fez tudo pelo cara, que sempre deu liberdade para ele e ele não soube aproveitar, que tudo que ela queria era compromisso mas que ele é imaturo demais para entender isso e bla bla bla wiskas sachê. Mas nessa hora quase nunca vemos a mulher assumir um pouco da culpa, notar que esteve errada, enfrentando que quando algo não dá certo na vida da gente, a pessoa detentora da história é quem carrega a maior parte da responsabilidade dos erros e dos acertos.

    Digo isso, com toda convicção porque sou mulher e obviamente já me peguei fazendo uso desse ‘mecanismo de defesa’ continuas vezes, coisa que dificilmente reparo nos homens com quem convivo.

    Para as mulheres que leem este blog, espero que se lembrem de que, como dizem por ai:

    Seria uma questão de criação? Seria parte do charme feminino? Ou seria natural, biológico, coisa de ‘sexo frágil’?


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  • 25/01/2013// Por: Taty Ferreira

    Veja só o grau da neurose

     

    Olá Acid! Tenho um problemão há um tempo e gostaria de pedir um conselho seu.

    Eu namoro há um ano e 9 meses com um cara bacana. Conhecemos-nos pela internet, e durante 1 ano e 8 meses, nos mantivemos a 1500 km. Mas começo do mês passado me mudei pra cidade dele, e estamos morando junto com a família dele.

    Depois dos 3 meses de namoro, começamos a brigar muito, e com ele eu sempre senti um ciúme incontrolável e possessivo.  Nossa primeira briga foi uma semana antes da primeira das três viagens que ele fez pra me conhecer, nós brigamos muito feio.

    Depois disso, várias outras coisinhas aconteceram, mas sempre contornávamos, até que um dia eu peguei ele vendo pornô – e ainda tentou esconder de mim. Eu já tinha deixado muito claro que eu me sentiria traída e insuficiente se ele fizesse isso. E acredita que no final ainda fui eu que pedi desculpa!? Porque chorei e fiz um “showzinho” por apenas “algumas fotos”. Depois disso, nunca mais me senti única pra ele – nunca mais. Nem mesmo quando ele estava perto de mim, nas raras viagens que ele fazia pra me ver. Mas nos mantivemos até hoje. … Até hoje.

    No lugar em que ele trabalha, tem uma daquelas “candidatas a Panicat”, sabe? Cavalonas e tal. E os amiguinhos dele vivem comentando da bunda dela. Ele jura de pés juntos que NUNCA olhou pra bunda dela – mas eu não sou idiota, até porque dou umas olhadas pra ele quando estamos na rua, por exemplo, e vejo o que ele vê. Enfim, eu dei uma surtada esses dias e adicionei essa menina no facebook dele. Até aí tudo bem, ele não gostou porque “agi em nome dele”, e ele tem razão. Beleza. Mas ontem de manhã, depois de uma maratona de sexo muito bem feito, ele entra no facebook e curte duas postagens da vaconilda – e ele nunca fez isso. Mal curtia as minhas. E adivinha? Eu surtei

    de novo.  Mas surtei no meu canto, pretendia engolir mesmo. Ele foi atrás de mim, e ficou todo nervoso por eu estar chateada. Aí ele trocou a senha do facebook e do e-mail, não tenho mais acesso a nada, e minha neurose – que eu tanto trabalhei – tá voltando. O que eu devo fazer?”

    __________________________________

    E ai leitores ácidos, o que vocês que a anônima deve fazer?


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  • 24/01/2013// Por: Taty Ferreira

    Confirmando uma teoria na Disney

    httpv://youtu.be/qbAAGafcIQg

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Taty Ferreira

Blogueira

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Olar bandiputo!!!

Natural de Araxá/MG, tem 28 anos, é blogueira, youtuber, empresária, escritora, modelo, atriz e mentirosa. Produz conteúdo para a internet desde 2009 e ama o fato de poder trabalhar usando pijama. Tem uma missão de que é lembrar as mulheres de depilarem seus bigodes. Você, mulher, já depilou seu bigode essa semana?