• 22/11/2016// Por: Taty Ferreira

    Pesquisa revela quanto tempo de conversa é necessário para um encontro casual

    casal

     

     

    Uma pesquisa realizada pelo C-date quis saber quanto tempo de conversa os seus usuários precisavam para marcar um encontro com a pessoa do outro lado da telinha. Entre os usuários, 44% deles disseram que bastava um dia de conversa para conhecer alguém pessoalmente. Mas há ainda os que levam mais tempo e preferem marcar o encontro após uma semana de bate papo (40%). 9% deles disseram precisar de um mês e 7% de dois ou mais meses.  

    As mulheres são mais cautelosas, segundo a pesquisa. 41% delas precisam de no mínimo uma semana de trocas de mensagens antes de sair para o encontro. Em seguida, os resultados apontam 30% das usuárias topam um encontro com um dia de conversa. Mas 17% das mulheres só marcam de sair depois de dois meses ou mais e 12% depois de um mês.  

    Carla Cecarello explica que isso é muito em função do homem ser mais visual e das mulheres precisarem de mais tempo para serem seduzidas e envolvidas. A pesquisa, realizada na primeira semana de outubro, contou com a colaboração espontânea de 697 usuários cadastrados no site.  


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  • 22/11/2016// Por: Taty Ferreira

    Ele jogou a camisinha usada no chão

    rapidinhaleitor

     

    “Oi gente!!! Tudo beleza? Queria compartilhar uma história minha com vocês.

    No começo do ano, um rapaz entrou em contato comigo pelo Facebook, conversei um pouco com ele, troquei whatsapp e depois de muito o cara insistir, resolvi sair com ele pra ver qual era.

    Ele me falou que tinha recém terminado com a namorada porque brigavam muito e, como ele não tinha esboçado nenhum interesse em ficar comigo, só em conversar, eu dei uma de “amiga” e perguntei se ele pensava em voltar pra ela. Ele disse que não pensava em voltar ou não, que estava só conhecendo pessoas. E quando perguntei quanto tempo eles haviam ficado juntos, ele respondem “estamos juntos a x meses” (não lembro). Daí pensei que ele realmente queria só a minha amizade afinal ele usou o verbo no presente.

    Mas sabe como é mulher, né? Carinha interessante, bonito, inteligente… a gente fica ressentida de ele nem tentar nada né?!Conversamos mais algumas vezes e saímos uma segunda vez. Dessa vez a gente ficou e foi bem legal. Mas, ele resolveu me adicionar no Facebook, até então não éramos amigos de Face. E foi aí que apareceu o status dele “em um relacionamento sério“. Questionei-o e ele disse que eles estavam dando um tempo. Pensei: deixa eu aproveitar pois eu não quero namorar mesmo!

    Sim, fui safada, galinha, piranha, etc. Já fui traída e sei como é. Não deveria ter compactuado com isso mas agora já foi.

    Depois de um tempo, resolvi por um ponto final nessa sacanagem e para isso resolvi transar com ele. Chamei-o para vir na minha casa, já era bem tarde, tipo umas dez horas da noite. Ou seja, estava na cara que eu queria dar. Ele veio, não trouxe nem uma cerveja (perdeu ponto). A gente ficou vendo um filminho e dei início aos trabalhos.

    Mas surgiu um pequeno problema, ele é gordo e eu sou bem magrinha, então eu fui por cima mas não encaixava. Aí sentei de costas mas a coisa não estava fluindo bem pra mim. Então pensei: “de quatro vai”, mas toda hora escapava e ele ficava afoito pra colocar de novo. Mas errava! E começou a me dar uma crise de riso, e pra não rir na cara dele, tive que tapar a cara com um travesseiro. Daí ele continuou mais um pouco e quando estava ficando bom ele parou. Achei que ele tivesse gozado e não falei nada, afinal a gente mal se conhece. Mas também não estava tão bom a ponto de eu pedir pra continuar. Na realidade eu queria começar tudo do começo de novo.

    Mas foi aí, depois que ele parou, que aconteceu a situação que me fez pensar “Tenho que contar isso pra Taty!!!”. Visualiza comigo: O cara, em pé ao lado da cama, coloca a mão na “giromba”, tira a camisinha e joga no chão!

    CARALEO! “Nem amarrou??? Vou ter que limpar porra do chão???”, foi o que veio na minha mente.

    Mantive a classe e depois que ele foi embora descobri que ele não tinha gozado, que ele parou porque achou que eu tinha gozado. Provavelmente porque eu estava me contorcendo com um travesseiro enfiado na cara.

    Confesso que fiquei pensando em uma segunda vez pra ver se acho o modo correto do encaixe, afinal o ego da gente é fogo! Mas depois de analisar tudo o que aconteceu, acho que essa parada da camisinha me broxou bonito!

    Enfim, isso era só pra alertar as garotas a não se envolverem com caras comprometidos e aos homens para procurarem desovar suas camisinhas em locais apropriados.

    Beijos e parabéns pelos vídeos.

    Grazi”

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    Você também tem uma história hilária ou constrangedora pra contar? Manda pra gente no email contato@acidezfeminina.com.br


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  • 08/11/2016// Por: Taty Ferreira

    Como seria um primeiro encontro sincero


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  • 07/11/2016// Por: Taty Ferreira

    Eles acreditam que transar com árvores irá salvar a Terra

     

     

     

    hands hugging tree

    hands hugging tree

     

    De acordo com reportagem da “Vice”, os ecossexuais acreditam que podem salvar o Planeta copulando com ele.

    Sim, você não leu errado. Os ecossexuais literalmente deitam e rolam na terra para ter orgasmos e salvar a Terra.

    “Há pessoas que transam com árvores ou se masturbam sob a água de cachoeiras”, disse na reportagem Amanda Morgan, da Universidade de Nevada (EUA), estudiosa do movimento.

    Obviamente, não é só isso. A ecossexualidade engloba o uso de produtos sexuais sustentáveis e práticas ao ar livre sem roupa.

    Ecossexuais convictas e radicais, Annie Sprinkle e Elizabeth Stevens publicaram na internet um manifesto com as diretrizes do movimento.

    “A Terra é a nossa amante. Estamos feroz e loucamente apaixonadas”, diz o texto.

    No manifesto, a dupla se descreve como “polimórfica e pólen-amorosa”. Annie e Elizabeth dizem que o movimento já reúne 100 mil adeptos.

    “Vamos salvar as montanhas, as águas e os céus por todos os meios necessários. Especialmente pelo amor, pelo prazer e pelos poderes da sedução”, diz o documento.

     

    Vi no PageNotFound


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  • 02/11/2016// Por: Taty Ferreira

    Roda Viva com Pondé e Karnal

    Na última segunda feira tive a felicidade de estar como entrevistadora no Programa Roda Viva da TV Cultura. Foi uma experiência e tanto, se você não viu ainda, tá aqui o programa completo, garanto que será a hora e meia mais bem aproveitada da sua semana.

     

     


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  • 28/10/2016// Por: Taty Ferreira

    Taty Ferreira no Roda Viva

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    Em 2016, o programa Roda Viva, da Tv Cultura, completa 30 anos desde sua primeira exibição. Ao longo de sua história, recebeu diversos convidados notórios para o Brasil e para o mundo, incluindo líderes políticos, escritores, esportistas, filósofos, músicos, entre outros.

    Para comemorar esse feito honrável será feita uma edição especial do programa ao vivo com transmissão simultânea na página do facebook do Roda Viva no dia 31/10 às 22h. E advinha só quem será uma das entrevistadoras? Sim! Eu mesma!

    Eu, Cauê Moura, PC Siqueira, Dani Noce, Paulo Cueca e Hugo Gloss entrevistaremos o filosofo Luiz Felipe Pondé e o historiador Leandro Karnal.

    Estou muito envaidecida com o convite! Acompanho o Roda Viva há tempos, admiro seu formato por ser um dos poucos programas da tv brasileira que realmente se aprofunda na questão, discutindo, muitas vezes, temas dificeis, com uma linguagem que pode ser compreendida por todos os públicos. Além disso o programa consegue se manter atual e está sempre conectado com as novas plataformas a medida que elas vão surgindo. Tudo isso sem falar que poder bater um papo com os reverenciados Pondé e Karnal é uma experiência inenarrável.

    Quero MUITO que vocês acompanhem isso comigo. Por isso deixo AQUI o link da página do Roda Viva para você já curtir e não perder nada! https://www.facebook.com/rodaviva

     


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  • 28/10/2016// Por: Taty Ferreira

    E você a continua ai achando que tá mudando o mundo

    ilusoes

     

    Vi no Capinaremos


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  • 27/10/2016// Por: Taty Ferreira

    FIQUE ATENTO – Número de casos de DSTs tem aumentado significativamente

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    Novo relatório do Centro de Controle de Doenças (CDC), divulgado na última semana, mostra aumento importante dos casos de sífilis, gonorreia e clamídia, três das doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) mais comuns nos EUA no último ano.

    Por aqui, na última semana, o Ministro da Saúde, Ricardo Barros, admitiu que o País enfrenta uma epidemia de sífilis e anunciou medidas para combater a doença. As informações são de Lígia Formenti, do Estado. Entre as estratégias anunciadas, estão testes rápidos e o tratamento mais precoce das gestantes.

    Nos últimos anos, as taxas de sífilis no País vêm aumentando em uma velocidade nunca vista, principalmente entre gestantes, bebês e na população dos homens que fazem sexo com outros homens (HSH). De 2010 a 2015, a sífilis congênita aumentou 170%, de 2,4 para 6,5 para cada 1 mil nascidos vivos. Entre gestantes, essa taxa cresceu 202%, de 3,7 para 11,2 a cada 1 mil nascidos vivos. Na população adulta, os números indicam 42,7 casos para cada 100 mil habitantes.

    Os dados indicam que está havendo atraso no diagnóstico nas gestantes, demora para início do tratamento, baixo uso de camisinha e, possivelmente, um maior risco de contaminação por outras DSTs, inclusive o HIV, causador da aids.

    Notícia completa no Estadão.

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    Bora aumentar o uso de camisinha ai pra não ser mais um desses casos!

     


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  • 27/10/2016// Por: Taty Ferreira

    A avó evangélica pegou eles no ato!

    Aeee estamos voltando com essa coluna maravilhosa aqui no blog, onde vocês contam suas histórias trágicas. Quem mandou a história foi a Denise do Rio de Janeiro. Tem alguma história constrangedora e engraçada para contar? Manda para contato@acidezfeminina.com.br que a gente posta aqui!

     

    rapidinhaleitor

     

     

    “Há 4 anos eu iniciava a minha vida sexual com meu namorado.

    Como minha mãe era controladora e nunca dava para fazer nada lá em casa, tivemos a infeliz ideia de transar no terraço da avó dele. O terraço era legal, tinha tv, sofá, era bem aconchegante.

    De início não achei uma boa ideia, mas como ele tinha 22 anos e conhecia o terreno melhor que eu, confiei.

    Vamos ao que interessa… O rala e rola começou, eu estava super nervosa já que era a segunda vez que estava transando na vida, quando de repente ele fala “AI MEU DEUS, MINHA AVÓ!” e já vai levantando e se vestindo correndo.

    Eu fiquei lá, deitada, pelada, em estado de choque. Quando olho pra cima (estávamos deitados no tapete) vejo a cara de choque da velha.

    Dai o que era pra ser prazer virou um verdadeiro drama. Ela tinha uns 80 e poucos anos e pra piorar era obreira de uma igreja evangélica, ou seja, conservadora ao extremo.

    Em poucos minutos toda a família dele já sabia do ocorrido, pois era um quintal e a avó dele fez um escândalo, mais parecia que ia infartar.

    E só pra fechar aquela situação toda com chave de ouro, ao invés de meu ex ter peito na hora e me tranquilizar, ele começou a chorar… SIM, A CHORAR POR CAUSA DO DESESPERO DA AVÓ.

    Depois de horas, paralisada, sem saber o que fazer, resolvi descer passar por trás da casa, pra não ter que dar de cara com ninguém.

    Chorei muito na época, fiquei ‘chateadissima’, super envergonhada, me gerou até um certo trauma de sexo, porém, quando lembro disso hoje em dia, morro de rir.”


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  • 25/10/2016// Por: Taty Ferreira

    5 em cada 6 meninas acham que só são valorizadas pela aparência

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    Em uma série de estudos realizados na Austrália, na Nicarágua, no Equador, no Paquistão e no Zimbábue, só 1% das meninas disseram acreditar que são tratadas igual aos meninos.

    Foram 3 mil participantes no total – 600 em cada país -, entrevistadas entre dezembro de 2015 e fevereiro de 2016.

    Os dados são assustadores. 5 a cada 6 meninas acham que só a aparência – e não o intelecto ou as habilidades e aptidões – tem valor para as outras pessoas, e mais da metade afirma que a inteligência raramente é uma qualidade valorizada ou elogiada.

    Por causa dessa visão depreciativa de si mesmas, um terço das entrevistadas acredita que seria mais fácil conseguir o trabalho dos sonhos se fosse homem – só no Paquistão, 53% das participantes concordaram que ser do sexo masculino tornaria a vida profissional bem mais fácil. Dentro de casa, as coisas não são diferentes: um terço das meninas sente que o trabalho doméstico não é dividido igualmente entre os homens e as mulheres da família.

    Ainda há muito a melhorar em relação aos direitos das meninas, e a estrada vai ser longa: 63 milhões de meninas espalhadas pelo mundo não estão na escola – no próprio questionário, 18% das australianas não estavam estudando, isso apesar de a Austrália ser um país com bons índices educacionais.

    Claro, o problema da desigualdade de gênero não para por aí: outra face dessa questão é o abuso sexual. Nas pesquisas, 51% das meninas disseram se sentir pressionadas para tirar e compartilhar selfies íntimas, e 62% a transar. Segundo a ONU, no mundo inteiro, 120 milhões de meninas já foram forçadas a fazer sexo.

    Os resultados assustam, mas a ideia é usá-los para combater o machismo. No ano passado, os cinco países estavam entre os 193 que adotaram a Agenda para o Desenvolvimento Sustentável, uma série de 17 objetivos para diminuir as diversas formas de desigualdade até 2030. Quem sabe, no final desse tempo, aquele 1% de meninas que se sentem iguais aos meninos cresça – nem que seja pouquinho.

    Notícia da Super Interessante


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Taty Ferreira

Blogueira

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Olar bandiputo!!!

Natural de Araxá/MG, tem 28 anos, é blogueira, youtuber, empresária, escritora, modelo, atriz e mentirosa. Produz conteúdo para a internet desde 2009 e ama o fato de poder trabalhar usando pijama. Tem uma missão de que é lembrar as mulheres de depilarem seus bigodes. Você, mulher, já depilou seu bigode essa semana?