• 08/09/2016// Por: Camila Pavani

    Cai o mito: mulheres pedem aumento tanto quanto homens

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    Mulheres ganham menos que os homens. É fato: no Brasil, em um mesmo trabalho, o salário feminino é apenas 75% do masculino, de acordo com o IBGE. É uma diferença que se sustenta mundo afora, nos EUA, na Europa e em quase todos os países onde as mulheres trabalham – inclusive na indústria do cinema de Hollywood, cuja desigualdades de salários por gênero já foi denunciada por atrizes como Jennifer Lawrence e Gwyneth Paltrow.

    Ainda não há uma explicação para isso, mas uma das justificativas mais comuns é que as mulheres ganham menos porque não pedem tanto aumento quanto os homens, ou porque não negociam o salário tanto quanto eles – o que indica, basicamente, que o problema são as próprias mulheres, e não o mercado de trabalho.

    Mas um estudo publicado essa semana derruba esse mito. Do Women Ask? (“As mulheres pedem?”, em português) é uma pesquisa feita pela Cass Business School da Universidade de Londres, em parceria com as universidades de Warwick e Winsconsin, e mostra que as mulheres pedem, assim como os homens, aumento de salário – o problema é que elas não ganham.

    Isso, pelo menos, na Austrália, onde rolou o estudo – ao todo, participaram 4.600 trabalhadores de 840 empresas diferentes do país. Os participantes só precisavam responder a uma série de perguntas: se os pagamentos deles eram negociáveis, se haviam ganhado aumento depois de pedir, se preferiam não negociar um aumento por medo de “pegar mal” no ambiente de trabalho (e por quê), se trabalhavam em período integral e se estavam satisfeitos naquela função e com aquele salário.

    Olhando para os resultados iniciais, os pesquisadores notaram que 75% dos homens solicitaram um salário maior, contra 66% das mulheres. Mas daí, eles desconfiaram que as condições de trabalho poderiam estar afetando o resultado.

    Por isso, dividiram os participantes em dois grupos: os que tinham empregos de meio período e os que trabalhavam o dia todo. Depois, compararam só os homens e mulheres que trabalhavam o mesmo número de horas – e a diferença nos pedidos de aumento desapareceu. Ou seja: mulheres trabalham mais em empregos de meio período, onde negociar o salário é menos comum do que em empregos que duram o dia todo. Mas as que trabalham em tempo integral pedem aumento tanto quanto os homens.

    Mas não é só. Mesmo que as trabalhadoras chegassem a pedir aumento, o estudo mostra que os homens tinham cerca de 25% mais chances de efetivamente ganhar a grana a mais, independente do número de horas trabalhadas.

    Os pesquisadores tentaram entender por que isso acontecia: uma das hipóteses era que as mulheres não pedem aumento porque têm medo de causar impacto nas relações de trabalho, mas isso não é verdade. Entre os homens, 14,6% disseram estar preocupados com isso na hora de pedir aumento, enquanto entre as mulheres, esse número era menor, 12,9%.

    Outra explicação dizia que as mulheres estariam mais satisfeitas com o próprio salário e, portanto, com menos necessidade de aumento. Elas não estavam – ou, pelo menos, só 25% delas disseram estar satisfeitas, o mesmo número que os homens.

     

    Matéria da Superinteressante


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  • 08/09/2016// Por: Camila Pavani

    Para homens de idade, sexo frequente pode fazer mal à saúde

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    A ideia de que o sexo faz bem para a saúde é repetida como um mantra na nossa sociedade, mas uma pesquisa divulgada nesta terça-feira aponta que a assertiva nem sempre é verdadeira. Para pessoas da terceira idade, a prática sexual frequente pode trazer benefícios para as mulheres, com a redução dos riscos de hipertensão, porém, entre os homens, aumenta os riscos de ataques cardíacos e de outros problemas cardiovasculares.
    — Essas descobertas desafiam a suposição generalizada de que o sexo traz benefícios para a saúde uniformes para todos — disse Hui Liu, professora da Sociolodia na Universidade Estadual de Michigan, nos EUA, e coautora do estudo publicado no periódico “Journal os Health and Social Behavior”.
    Os pesquisadores analisaram dados de 2.204 pessoas participantes do National Social Life, Health and Aging Project, que tinham entre 57 e 85 anos na primeira coleta de dados em 2005. Outra etapa da pesquisa foi realizada cinco anos depois. Foram avaliados riscos cardiovasculares, como hipertensão, aumento da frequência cardíaca, elevação dos níveis da proteína C-reativa e eventos cardiovasculares: ataque cardíaco, insuficiência cardíaca e acidente vascular cerebral.
    Os resultados mostraram que idosos que praticavam sexo ao menos uma vez por semana foram mais propensos a passar por eventos cardiovasculares no período de cinco anos que os homens sexualmente inativos.
    — Nós encontramos que fazer sexo ao menos uma vez por semana coloca os homens de idade em risco mais de duas vezes maior de experimentar eventos cardiovasculares — disse Hui. — Além disso, os homens que achavam que o sexo com suas parceiras extremamente prazeroso e satisfatório tinham o risco ainda maior.
    MAIOR ESFORÇO PARA ALCANÇAR ORGASMO
    A explicação, diz a pesquisadora, seria a dificuldade maior para se obter prazer sexual, o que exigiria mais do organismo dos homens de idade.
    — Como homens de idade têm mais dificuldades para alcançar o orgasmo do que os jovens, eles devem exercer um grau maior de exausão e criar mais estresse ao sistema cardiovascular para alcançar o clímax — disse Hui.
    Os níveis de testosterona e o uso de medicações para melhorar as funções sexuais também podem exercer um papel nesta equação:
    — Apesar de as evidências científicas ainda serem escassas, é provável que as medicações sexuais ou suplementos tenham efeitos negativos sobre a saúde cardiovascular dos idosos — disse.
    Para as mulheres, o cenário foi oposto. As participantes que achavam o sexo extremamente prazeroso e satisfatório apresentaram menos riscos de desenvolver hipertensão cinco anos depois, em relação às mulheres que não praticavam sexo.
    Estudos anteriores sugerem que relacionamentos fortes e profundos são fonte importante de apoio emocional e social, o que pode reduzir o estresse e promover o bem estar psicológico, que se traduz em saúde cardiovascular.
    Leia mais: http://oglobo.globo.com/oglobo-20058917#ixzz4K8U2ZrqW


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  • 04/09/2016// Por: Camila Pavani

    Ele tinha 30 anos e tinha um piu piu

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    “Olá, essa história aconteceu faz uns 5 anos. Eu tinha 18 e ele quase 30.
    Ele era gentil, atencioso, e gostava muito de mim. Só tinha um problema e que me deixava bastante incomodada, ele falava comigo com voz de criança, O TEMPO TODO, tentei relevar. Ele queria me apresentar a todos os amigos e familiares dele e ficava cada vez mais complicado cortar o barato dele já que, apesar desse detalhe, ele era um cara legal.
    Ele me fez passar algumas vergonhas publicamente falando assim comigo, até que decidimos ir à um motel, imaginei que pela primeira vez veria ele como homem e ele me trataria como uma mulher! Pois bem, na hora que começou a esquentar, ele se referiu ao órgão dele como “piu piu”, sim, ele ficou falando com voz de criança e apelidou o pênis dele de piu piu como se fosse a coisa mais sexy do mundo, eu queria sumir dali naquele momento, inventei ligações da minha mãe e fui embora antes que ele colocasse algum apelido em mim também. Depois daquele dia eu terminei com qualquer coisa que poderíamos ter.

    Foi bem bizarro.”

     

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    Gente, coitada dessa moça.

    Conta sua história também! Aposto que já estão ligados né? O email é blog@acidezfeminina.com.br


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  • 02/09/2016// Por: Camila Pavani

    TPM é tipo isso…

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  • 01/09/2016// Por: Camila Pavani

    A bufa

    rapidinhaleitor
    “Aconteceu com um ex namorado meu. Sempre tivemos muito fogo e a química rolava super bem na cama.
    Tanto eu como ele morávamos com os nossos pais e quando surgia a oportunidade, a gente se pegava de jeito! E que pegada!
    Mas como não se vive só de escapadinhas e rapidinhas, éramos frequentadores assíduos de motel, acho que chegamos a conhecer todos os quartos
    Enfim, esse episódio aconteceu numa ida ao motel. Estávamos lá no bem bom, ele me fazendo um oral dos deuses, com direito a dois dedos no ponto G e eu toda entregue àquela boca maravilhosa, até que tava chegando ao orgasmo e eu naquela loucura, me libertei e….. soltei um belo, sonoro e longo… peido!! Mas pense no peido!
    O orgasmo foi tão forte que devo ter contraído a musculatura e soltei a bufa bem na cara dele!
    Na hora ficamos estáticos, sem saber o que fazer, mas em segundos nós dois já estávamos dando gargalhadas! Depois a transa rolou normalmente, ainda bem que levamos numa boa o episódio, mas eu queria morrer na hora!
    Falamos sobre isso durante tempos e tempos. Até associamos a cena àquelas de quando estamos em alta velocidade e colocamos a cabeça no vento e o ar enche as bochechas, sabe?
    Sempre temos umas histórias pra contar e dar risada.”
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    Ainda bem que ele levou na boa, né!? Conta a sua história também, o email é blog@acidezfeminina.com.br

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  • 31/08/2016// Por: Camila Pavani

    Pesquisa revela um fato interessante sobre os usuários do Tinder

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    Você está lá, de buenas no Tinder e de repente: It’s a match! Que frase boa de ler, não é mesmo?

    A ciência sempre se supera com estudos sociais cada vez mais loucos, a bola da vez foram os usuários do aplicativo de relacionamentos Tinder. A Universidade do Norte do Texas realizou uma pesquisa com homens e mulheres para descobrir o nível de satisfação com a própria aparência.

    Para quem ainda não usou o aplicativo, funciona da seguinte maneira: você recebe um perfil na tela do seu celular e então desliza para a esquerda se não gostou da pessoa ou para a direita se gostou. Então, quando a pessoa que você “gostou” recebe o seu perfil e desliza para a esquerda também, aparece uma mensagem na sua tela e o chat entre vocês fica disponível. 

    As autoras da pesquisa Jessica Strubel e Trent Petrie realizaram um questionário com mais de 1.044 mulheres e 273 homens, em sua maioria estudantes de graduação, para apresentar na convenção anual da Associação Psicológica Americana. As perguntas envolviam a forma como utilizavam o aplicativo, como viam a própria imagem, fatores socioculturais, bem estar psicológico e até os objetivos em relacionamentos.

    Ao analisarem as respostas, as autoras observaram que as pessoas que utilizam o aplicativo de relacionamento relatam estarem mais insatisfeitas com suas aparências do que as pessoas que não utilizam o app. E dentro desse grupo cadastrado no Tinder, os homens foram os únicos que relataram níveis mais baixos de autoestima.

    “Descobrimos que estar ativamente envolvido com o Tinder, independentemente do sexo do usuário, foi associado à insatisfação, vergonha e monitoramento do corpo, internalização de expectativas sociais de beleza, comparação física para com os outros, e dependência de se informar sobre a aparência e atratividade”, disse Strubel.

    A intenção da pesquisa era descobrir qual o nível de autoestima feminina, mas ao final perceberam que os fatores que influenciam no psicológico feminino também afetam o masculino.

    “Embora as intervenções atuais de imagem corporal sejam dirigidas para as mulheres, os nossos resultados sugerem que os homens são igualmente e negativamente afetados pela sua participação nos meios de comunicação”, completou Strubel.

    Mas calma, ninguém disse que o aplicativo causa isso. Pode continuar procurando um crush, você não vai passar a se achar menos atraente só porque está no Tinder, né!?

    ___

    Por email, a equipe de assessoria da empresa nos enviou a seguinte resposta sobre a pesquisa:

    As descobertas do artigo não podem ser consideradas significantes ou representativas porque são resultado de falhas metodológicas.

    Dado que os autores do estudo estavam medindo os efeitos da interação no Tinder por gênero, e que a amostra de homens e mulheres que usam o Tinder era muito pequena (70 participantes mulheres e 32 participantes homens), nenhuma estatística significante pode ser gerada sobre homens e mulheres que usam o aplicativo, comparados com homens e mulheres que não usam o Tinder ou sobre usuários do Tinder no geral. A amostra também é limitada na população que os autores desenharam para criar a amostra e não representativa na base global de usuários do Tinder: apenas uma universidade estadual no Sudeste e uma universidade estadual no Sudoeste.

    Dado o pequeno tamanho da amostra e a natureza não representativa da mesma, nenhuma descoberta pode ser estabelecida a partir de uma perspectiva empírica. Além disso, qualquer cientista social sério irá questionar e duvidar da validade dos resultados.

    Ashley Madison - Have an affair. Married Dating, Affairs, Married Women, Extramarital Affair


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  • 30/08/2016// Por: Camila Pavani

    SEXO SEM DÚVIDA #3 – Descobri que ele toma viagra. E agora?

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    O motivo por seu namorado tomar Viagra, só ele pode lhe informar. Nenhum médico, nenhum psicoterapeuta ou sexólogo pode afirmar o motivo, a não ser que conversem com o seu namorado.
    Manter dúvidas, questionamentos ou perguntas sem respostas pode lhe gerar emoções que não serão saudáveis, entre elas ansiedade, medos, e outras.
    Nós como terapeutas incentivamos a não permanecer com dúvidas que atrapalhem o relacionamento ou que de alguma forma influenciem na qualidade de vida sexual entre vocês.
    Resumindo, incentivo que as dúvidas sejam sempre tiradas diretamente com a pessoa.
    Sabemos que diversos homens fazem uso de estimulantes sexuais e inclusive vasodilatadores como o remédio que você cita, alguns usam como fator recreativo, ou seja usam porque acham que melhora o seu desempenho, e outros que já mantem uma dependência do remédio.
    Sexo saudável não faz uso de remédios.
    Um sexo com interferências químicas, pode gerar dependência. O ideal é aprender a desfrutar do sexo com tudo o que o sexo pode nos dar, sem precisar de fármacos.

     

    Querem saber mais sobre sexualidade? Mandem suas dúvidas no email blog@acidezfeminina.com.br, prometemos manter seu nome em segredo!

     

    sexosemduvida.com é o maior portal brasileiro de Sexualidade Humana, onde você encontra conteúdo sobre sexualidade e especialistas que realizam consultas online.


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  • 25/08/2016// Por: Camila Pavani

    É claro que já criaram um aplicativo de paquera com o Pokémon Go

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    A febre do Pokémon Go esta interditando ruas, enlouquecendo fãs, preocupando algumas autoridades e enfurecendo alguns namorados e namoradas. O jogo tem dois efeitos nos relacionamentos: o primeiro é afastar alguns casais que agora preferem caçar Pokémons do que sair pra jantar ou ir ao cinema. E o segundo efeito é bem melhor já que tem muita gente se esbarrando por aí durante a caça e engatando romances.
    Por isso, é claro que uma empresa de games já decidiu capitalizar no fenômeno e criou o primeiro app de paquera para os fãs do jogo. É o PokéDates. Como o nome já explica, é um aplicativo que reúne apenas jogadores e aproxima aqueles com interesses comuns em determinadas áreas.
    Segundo o site, para fazer parte é preciso se cadastrar e responder um questionário sobre suas preferências. Depois, tem que delimitar os horários e lugares que costuma ir enquanto joga. O app, então, liga as informações, encontra um par ideal e agenda um encontro com lugar e horário definidos para o futuro casal.
    Mas apenas o primeiro encontro é grátis. Depois, cada pessoa precisa desembolsar, no mínimo, US$ 20 (aproximadamente R$65). Infelizmente, se você gostou da ideia vai ter que esperar um pouco porque o aplicativo ainda não tem previsão de chegada ao Brasil.

     

    Lá do Vírgula UOL


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  • 24/08/2016// Por: Camila Pavani

    Um vídeo que ensina casais comuns a praticarem “posições olímpicas”

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    As Olimpíadas acabaram, mas ainda temos lembranças desse momento maravilhoso. Pensando nisso, a Cosmopolitan.com fez um vídeo com um casal comum ensinando “posições olímpicas” pra apimentar a sua fodinha. Será que funciona mesmo?

     


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  • 23/08/2016// Por: Camila Pavani

    Egoísta no sexo

    rapidinhaleitor

     

    Olá,

    Sou L., acompanho o blog e sempre dou muitas risadas com as histórias que leio por aqui, hoje decidi contar a minha história nada engraçada.

    Há uns tempos atrás ficava com um menino, ok até ai. Nunca tinha rolado nada até então. Um certo dia resolvi mandar uma mensagem para ele, já que não tinha outra opção, tive que ir na figurinha repetida. Nisso, combinamos de nos encontrar um dia à noite depois da faculdade, o desgraçado já partiu direto pro “pico“. Hoje em dia nem pra jantar se leva mais…

    Chegamos no motel, amasso pra lá, amasso pra cá. Nisso, o cara ao invés de “partir pro ataque”, ficou a transa toda “batendo uma”. Imagine, eu de 4 pro boy e ele batendo uma punheta, nisso, eu me estressei e fui pro banho e comecei a colocar a roupa. O desgraçado ainda pergunta: Já vai colocar a roupa?

    Só respondi “Fica batendo a tua punheta que eu vou embora.”

    Depois daquele dia, nunca mais nos vimos, nem ficamos e exclui ele das redes socais. Foi um sexo casual que não deu certo.

     

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Taty Ferreira

Blogueira

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Olar bandiputo!!!

Natural de Araxá/MG, tem 30 anos, é blogueira, youtuber, empresária, escritora, modelo, atriz e mentirosa. Produz conteúdo para a internet desde 2009 e ama o fato de poder trabalhar usando pijama. Tem uma missão de que é lembrar as mulheres de depilarem seus bigodes. Você, mulher, já depilou seu bigode essa semana?