• 10/06/2016// Por: Camila Pavani

    6 mudanças que as mulheres sofrem aos 20 e poucos anos

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  • 08/06/2016// Por: Camila Pavani

    Homens ricos tendem a achar suas parceiras mais feias

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    Quem ganha dinheiro fica mais exigente e quer dar um upgrade em tudo – até na mulher. É o que mostra um novo estudo realizado em Hong Kong com estudantes universitários em relacionamentos sérios. E os pesquisadores tinham senso de humor.

    Primeiro, convenceram os rapazes de que eles ganhavam muito mais que seus colegas. Depois, prometeram que se encontrariam com uma linda modelo. Era tudo pegadinha, mas os homens que passaram a se considerar ricos eram os mais insatisfeitos com as namoradas e estavam mais dispostos a flertar com outras mulheres atraentes.

    O estudo foi dividido em dois testes. Os 182 participantes eram todos heterossexuais em relacionamentos sérios de 2 meses a 7 anos de duração. Os cientistas começaram o experimento manipulando um grupo a acreditar que era mais rico que os demais universitários, enquanto o outro tinha a sensação de ser relativamente pobre.

    A farsa funcionava assim: os dois grupos respondiam a um questionário sobre sua situação financeira (cargo, salário, poupança). Mas as opções de resposta eram diferentes para cada grupo. Os participantes ganhavam uma média de 1500 yuans. No questionário que fazia os jovens se sentirem ricos, as perguntas como “Quanto você ganha?” tinham valores baixos nas opções de resposta, variavam de 0 a 250 yuans à mais de 500 yuans. Assim, na maioria das vezes esses voluntários selecionavam a resposta mais alta.

    No formulário que fazia com que eles se sentissem pobres, as faixas eram bem mais altas, variando de 0 a 2.000 yuans ou mais de 12.000 yuans. E a manipulação funcionou direitinho. Os cientistas confirmaram que a grande maioria dos participantes acreditava que as 7 opções que ele viu representavam o mínimo e o máximo que um universitário ganhava no seu setor – e quem marcou as opções mais altas saía satisfeito.

    Depois que estavam convencidos da sua riqueza ou pobreza, os jovens tinham que avaliar o quão atraentes eram seus respectivos namorados ou namoradas. No caso dos homens, a riqueza (imaginária) sobe à cabeça: eles consideravam que suas namoradas estavam bem mais longe do seu ideal de beleza do que os homens “pobres”. Já entre as mulheres, não houve nenhum efeito significativo – mulheres, sejam elas ricas ou pobres, conseguem avaliar racionalmente a aparência do parceiro.

    O dinheiro também fez com que os jovens ricos se sentissem mais confiantes para abordar pessoas bonitas. No segundo teste, os pesquisadores recrutaram mais 121 universitários que namoravam sério. Aí, pediram que eles avaliassem fotos de pessoas lindas. Quando terminavam, eles anunciavam que queriam analisar a reação deles em um encontro face a face com um dos modelos fotográficos. De novo, não era verdade.

    Os participantes foram enviados um de cada vez para uma sala com 6 cadeiras. Em um dos assentos, estavam pendurados um casaco, uma bolsa e um chapéu. Os pesquisadores avisavam que o convidado já estava voltando e pediam que o voluntário sentasse. Eles perceberam que homens e mulheres mais “ricos” tendiam a sentar mais perto de onde pensavam que o convidado bonito ia sentar. Já os que se consideravam mais pobres mantiveram uma distância maior. Na comparação entre os gêneros, os homens se aproximaram mais que as mulheres.

    Os cientistas acreditam que esse cenário é uma boa indicação de quem está disposto a pular a cerca ou, pelo menos, a flertar com alguém atraente apesar de estar em um relacionamento.

    O estudo reconhece que, por ser feito só com estudantes chineses, pode existir um fator cultural nos resultados. Mas eles estão bem certos de que uma tendência parecida aconteceria em qualquer parte do mundo, em maior ou menor grau. Isso porque associam a descoberta às nossas raízes evolutivas: os machos que se sentem “por cima” com relação ao restante do bando têm um leque maior de opções de parceiras e podem ser exigentes sem o risco de ficar sem descendentes. Já as fêmeas comprometidas preferem manter sua estabilidade, o que aumenta as chances de ter um apoio paternal para os seus filhotes por mais tempo.

     

    Vi na revista Super Interessante


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  • 06/06/2016// Por: Camila Pavani

    Pedreiro trabalha de salto alto para protestar contra estereótipos femininos

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    Um pedreiro de 25 anos viralizou na rede após ir trabalhar usando sapatos rosa de salto alto. Segundo Andersson, ação foi um protesto contra a imagem estereotipada que a sociedade tem das mulheres.

    O protesto, bonito que só, durou apenas um dia. Por uma explicação bastante básica: ele passou aperto, literalmente, com o calçado.

    O que apenas comprovou sua mensagem, se mostrar solidário com as mulheres e se manifestar contra a pressão que as elas sofrem em busca do “ideal de beleza”.

     

    Veja o vídeo:

     

    Do jornal O Tempo


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  • 04/06/2016// Por: Camila Pavani

    Quase tiveram que pagar o lençol no motel

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    Eu tinha acabado de completar 18 anos e já namorava a 2 anos, então decidimos comemorar em um motel. A suíte tinha tudo que eu queria e mais um pouco. Então pedimos vinho e enquanto estávamos bebendo começou o rala e rola, colocamos as taças em uma mesinha do lado da cama, eis que um tempo depois no calor da emoção eu esbarro a mão em um dos copos e molha todo o lençol que custava 220 reais. Sim o lençol era um absurdo de caro. Nós ficamos nervoso e criamos sem parar por não saber o que fazer. Até que tivemos a ideia de jogar na água quente da banheira e torcer pra sair, a mancha saiu e lá vai eu subir na pia pra pendura-lo de algum jeito naquele quarto e ele secar antes de irmos embora, logicamente eu caí e tenho uma cicatriz no braço até hoje por isso. Por sorte o lençol secou e não tivemos que pagar outro. Mas passamos a noite toda preocupados com esse lençol empata foda. Até hoje rimos muito de tudo isso.

     

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  • 03/06/2016// Por: Camila Pavani

    Mulheres que usam maquiagem ganham mais

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    De acordo com a ciência, muitos fatores influenciam o seu salário: fumar, beber e até ser feminista pode afetar quando você recebe no final do mês. Ser bonito é um desses fatores – pode afetar até quantos amigos você faz no ambiente de trabalho.

    Mas um novo estudo da Universidade de Chicago descobriu que a vantagem de ser bonito tem menos a ver com os seus genes e mais com o cuidado pessoal: cabelo, roupa e maquiagem.

    Os pesquisadores analisaram o salário de 14.600 homens e mulheres e compararam esses dados com as notas dos entrevistadores, que avaliavam o quanto os participantes eram atraentes e bem cuidados.

    As notas variavam de 1 (muito “não atraente”/mal cuidado) até 5 (extremamente atraente/bem cuidado). Tanto homens e mulheres considerados bonitos ganham 23% a mais que pessoas de aparência mediana. Se forem muito bonitos, podem ganhar até 40% mais. Ainda que a beleza leve vantagem, pelo menos não existe punição por não ser bonito.

    Pessoas feias não tinham uma diferença estatística de salário com relação às pessoas de beleza média. Mas a grande novidade do estudo foi separar o que é ser bonito do que é ser bem cuidado.

    Geralmente os dois eram considerados uma coisa só, mas quando os pesquisadores separaram os dois fatores, perceberam o ganho extra está mais relacionado a estar bem penteado, bem vestido e maquiado, no caso das mulheres, do que a ser atraente naturalmente.

    A pesquisa confirmou de que o cuidado pessoal e a beleza física não necessariamente andam juntos. 11% dos participantes foram considerados mal cuidados, mas bonitos ou muito bonitos. Outros 5% eram muito bem cuidados, mas não eram atraentes.

    Quem vai trabalhar mal cuidado ganha 18% a menos do que a média. No outro extremo, quem é muito bem cuidado ganha até 20% a mais.

    Estar bem cuidada refletia em um ganho maior para as mulheres do que para os homens. Uma mulher considerada menos atraente, mas muito bem cuidada, pode ter a mesma vantagem financeira que uma mulher bonita. Com os homens, não é assim.

    Os pesquisadores destacam que o fenômeno é uma faca de dois gumes para a mulher. Se ela pode conseguir ganhar mais com maquiagem e outros artifícios, isso não é só uma opção para ela – é obrigação. Quase 100% da vantagem salarial que era atribuída à beleza sumia caso a mulher fosse mal cuidada.

    Nos homens, essa relação era bem mais diluída – o fator “beleza” só dependia 50% do cuidado pessoal. Ou seja, dá para ganhar mais que a média sendo bonito e mal cuidado, desde que o profissional seja homem.

    O problema vai mais fundo: os pesquisadores concluem que, uma vez que o processo de se vestir e se maquiar adequadamente exige que a mulher preste atenção no seu entorno social, invista tempo e dinheiro e se conforme com o padrão social, essa ideia de estar “bem cuidada” acaba servindo como um controle do comportamento feminino no mercado de trabalho.

     

    Da revista Exame


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  • 02/06/2016// Por: Camila Pavani

    Acabou a briga: Aliança impede que uma pessoa do casal assista episódios das suas séries preferidas sozinho

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    Casais e amigos que costumam assistir a séries juntos enfrentam uma situação delicada: a necessidade de ver os capítulos ao mesmo tempo. Há quem não aguente a curiosidade e acabe assistindo antes do companheiro, causando discussões acaloradas. Para resolver o problema, a fabricante de sorvetes Cornetto desenvolveu anéis de compromisso que podem acabar essa “traição” na era Netflix.

    Como funciona?
    Os aneis contam com a tecnologia NFC e garantem que um integrante da dupla só esteja assistindo à série na presença do outro. Depois de receber o par de alianças, os usuários baixam um app desenvolvido pela fabricante de sorvetes que permite ao casal escolher seus programas favoritos. Os títulos serão “bloqueados” e só funcionarão mediante a combinação dos dois anéis.

    Segundo a Cornetto, a ideia é promover relacionamentos duradouros. Por esse motivo, o bloqueio do anel dura seis meses. “Queríamos incentivar os adolescentes a assistir sua série favorita juntos, e graças à tecnologia podemos acabar com o comportamento desprezível de assistir a episódios de suas séries favoritas sem o seu parceiro”, explica a companhia. Para garantir o sucesso do projeto, a empresa está negociando parcerias com plataformas de streaming.

    Os interessados na ideia devem se inscrever em um programa para receber os anéis. Ao que tudo indica, as alianças só estarão disponíveis no Reino Unido por hora.

     

    Vi no Olhar Digital


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  • 01/06/2016// Por: Camila Pavani

    Porn Fitness: Site pornô cria programa fitness que promete te deixar sarado

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    Uma coisa é fato: nós nos movemos cada vez menos e comemos cada vez pior. Graças a isso, o mundo está ficando mais gordo (e você também!). Para combater essa epidemia de obesidade, a plataforma de vídeos safadinhos adultos PornHub desenvolveu um programa que permite que qualquer um emagreça comendo – mas não do jeito que você está pensando.

    A ideia é o programa BangFit, uma espécie de jogo sexual online. Para entrar na brincadeira, é preciso acessar o site do game e escolher quantas pessoas irão fazer parte do “exercício”, que está disponível para um, dois ou três jogadores. Depois que selecionar a modalidade de sacanagem que você quer praticar, é só ir para página mobile do app e inserir o código necessário para identificar quem é quem na brincadeira.

    Com uma faixa ajustável ao corpo, que será vendida pela empresa, você pode usar o smartphone para estimar a quantidade de calorias gastas durante a festinha. Por mais bizarra que pareça a ideia, tudo indica que a brincadeira é séria, tanto é que existe até mesmo um guia indicando quantas calorias cada pessoa perde em média em algumas das principais posições sexuais.

    A ideia de gamificar o sexo não deixa de ser uma inovação interessante – difícil mesmo var ser a coisa pegar. No jogo, as pessoas têm que completar diversas posições sexuais e ganhar pontos com isso. Se fizer o movimento certinho você pontua, mas se não… Tudo é medido com o smartphone, através do acelerômetro e giroscópio do aparelho.

    O vídeo explicativo é uma graça de se ver:

     

    Vi no Hypeness


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  • 31/05/2016// Por: Camila Pavani

    A playlist deu uma trolada na fodinha dela

    rapidinhaleitor211

     

    Essa é de ontem e fala da importância de uma boa playlist pra hora do sexo!
    Moro com meu namorado Rafael e já faz um tempinho que as coisas estavam bem mansas entre nós. Mas ontem, aproveitando o feriado. Tomamos algumas Skol Beats do capiroto com vodka e eu já fiquei pensando que mais tarde teria aquele sexo agitado que eu estava aguardando ha semanas. Coloquei o Spotfy pra tocar na lista das mais tocadas da semana (ok, eu já sigo a lista de transantes da Acid, mas sei lá porque cargas d’água eu coloquei nessa maldita playlist que escuto para limpar casa) e fomos pro quarto. E beijo e amasso e mão naquilo e aquilo na mão, eu já estava só de camiseta toda animadinha e eis que de repente começa a tocar uma das músicas que eu considero mais brochantes da atualidade: Infiel. Meu namorado nem se tocou de música e continuou tirando a blusa e me beijando e eu fui fazendo aquela cara de deu ruim! E deu mesmo, ou melhor, não deu…não deu pra continuar!!!.. eu tive uma mistura de riso com ódio mortal da música. Parei tudo e fui pro banheiro sozinha, deixando ele na mão! Depois quando voltei já nem tinha mais clima pra nada. Fomos jantar e depois dormir. Agora se eu já tinha pânico dessa música, imagina agora?! Lição do dia: nada de playlist de mais tocadas porque nem sempre o que mais toca é o que você quer ouvir naquele momento. E se você segue uma playlist de fodinha FODA, porque colocar outra pra ouvir?!

     

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    A famosa broxada. Tem alguma história engraçada, frustrante ou embaraçosa e quer contar pra alguém, mas tem vergonha? Manda pra gente! Prometemos não divulgar seu nome.

    O email é blog@acidezfeminina.com.br

     

    Ah, e só pra deixar explicado, a playlist que a Sandra/Carolina/Denise/Fábia tava falando é essa aqui.


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  • 30/05/2016// Por: Camila Pavani

    ONG promove ação para quebrar alguns estereótipos de gênero

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    Professoras de uma escola de Londres, na Inglaterra, em parceria com a ONG Inspiring the Future (Inspirando o futuro, em tradução livre) fizeram uma atividade para ensinar crianças a abandonar estereótipos e inspirá-las a pensar no futuro profissional.

    Uma educadora pediu para cada um dos seus alunos desenhar bombeiros, cirurgiões e pilotos de avião. No vídeo, as crianças aparecem dando nomes para os profissionais que elas desenharam, listando as ferramentas de trabalho deles e contando como imaginam que são essas pessoas.

    O resultado foram 61 desenhos representando homens nestas profissões e apenas 5 mostrando mulheres como pilotos, bombeiros ou cirurgiãs.

     

    Estereótipos de gênero

    No total, foram feitos 66 desenhos, destes, apenas 5 tinham mulheres desenhadas. Depois de terminarem a atividade, a professora pergunta para os alunos se eles gostariam de conhecer aqueles profissionais que eles desenharam.

    Eles dizem que sim e entram três mulheres: uma bombeira, uma cirurgiã e uma pilota. A pilota e a bombeira aparecem usando capacetes e quando tiram, é possível ver a cara de espanto das crianças.

    Uma das crianças, inclusive, não acredita e diz que elas estão fantasiadas. Tamsem é cirurgiã no Sistema Nacional de Saúde, Lauren é pilota na Força Aérea Real e Lacey trabalha como bombeira na Brigada de Incêndio de Londres.

    Vale lembrar que os nomes dados às profissões em inglês não tem gênero (diferente do que acontece no nosso idioma), portanto, não seria possível justificar que os pequenos foram influenciados pelo gênero da própria palavra.

     

    Futuro profissional

    A gravação feita pela ONG Inspiring the Future foi feito para exemplificar um dado importante: estereótipos são definidos entre os 5 e 7 anos de idade.

    O objetivo da ONG é conseguir que profissionais reservem uma hora por ano para encontrar e falar com jovens sobre carreira, educação e os caminhos que trilharam até conseguir chegar onde estão hoje e, desta forma, inspirá-los.

    O trabalho realizado pela instituição é de unir estes profissionais voluntários a professores para ajudar as crianças a fazerem conexões entre o que estão aprendendo e o futuro delas.

     

    Assista ao vídeo na íntegra:

     

    Fonte: Bolsa de Mulher e Hypeness


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  • 28/05/2016// Por: Camila Pavani

    Crise de riso com o boy

    rapidinhaleitor211

    “Podem de chamar de D., eu era bem nova quando mudei de cidade pra fazer faculdade. A cidade linda, maravilhosa e eu a todo pique por conta de boys novos.
    Conheci o que eu achava ser o cara perfeito pra mim, mas tinha um problema, o pinto dele era meus cinco dedos juntos e fechados.
    Não deixei isso desanimar, eu queria perder a virgindade com ele e pensei que tamanho não era documento.

    Na hora H no maior clima eu vou pra cima dele e começo, mas eu não sentia absolutamente nada, tentei mudar de posição e deitei de lado pra ver se melhorava. Ahh pra que, o pinto dele era tão curto que não alcançou nada.

    Eu comecei a rir e não consegui parar.

    Por fim desisti e fomos jogar gartic. E o pior de tudo é que eu tinha aula com ele e toda vez que olhava, lembrava dessa cena horrível e ria.”

     

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Taty Ferreira

Blogueira

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Olar bandiputo!!!

Natural de Araxá/MG, tem 28 anos, é blogueira, youtuber, empresária, escritora, modelo, atriz e mentirosa. Produz conteúdo para a internet desde 2009 e ama o fato de poder trabalhar usando pijama. Tem uma missão de que é lembrar as mulheres de depilarem seus bigodes. Você, mulher, já depilou seu bigode essa semana?