• 25/06/2013// Por: Taty Ferreira

    O mini mim dele era microscópico

    rapidinhaleitor

     

     

    “Olá Acid!

    Conheci um menino em 1997 (!) e me apaixonei desde o primeiro momento. Estávamos no colégio, eu na 7a e ele na 8a, óbvio que naquela época não poderia acontecer muita coisa, afinal, ainda éramos crianças. No ano seguinte, por surpresa do destino, estávamos na mesma classe e então, depois de muitos olhares e entre uma aula de ed. física e outra, acabamos nos beijando. E namoramos. Um namorinho de colégio, sem grandes intimidades, e foi assim até o final do ano letivo. Não que ele não tivesse tentado, afinal, ele era um pouco mais velho que eu e tinha mais experiência nesse assunto, porém, eu não me sentia preparada e sempre deixava para depois. Só que o depois não aconteceu. Nos separamos, não nos vimos mais depois daquele ano e eu sempre fiquei com a imagem daquele garoto lindo na minha cabeça.

    Passaram alguns anos, e eu encontrei ele em uma rede social (Orkut) no ano de 2005. Foi como reviver aquele amor de infância, fiquei emocionada e bastante ansiosa. Falei com ele. Ele me respondeu. Conversamos algumas vezes e percebi que da parte dele também rolou certo tipo de emoção. Combinamos de nos encontrar.

    Vi fotos (para garantir que ele seguia “lindo” como eu lembrava), ele agora tocava em uma banda de rock, viajava, tinha fã clube e tudo; ele estava novamente se tornando um “príncipe encantado” para mim e meus pensamentos não paravam de pensar que, agora eu teria a grande chance de experimentar ele todinho(!). Combinamos que ele viria para a minha cidade no final de semana seguinte. Ansiedade!

    Reservei um quarto para nós em um hotel, corri na sex shop, na depiladora, no cabeleireiro, na manicure, até no dentista! Nada poderia dar errado!

    Chegou o grande dia, fui buscar ele na estação de ônibus cerca das 15h e fomos direto para o hotel. Eu já estava toda pronta, mas não queria assustar o rapaz… conversamos, ele tocou algumas músicas da banda dele para mim, e assim fomos entrando no clima e a coisa esquentou…

    Começamos pelas peças de roupa de cima, muitooos beijos quentes, mão “naquilo”, “aquilo” na mão, mas sempre com as peças de roupa de baixo, achei estranho quando ele afastava minha mão do botão da calça dele quando eu tentava abrir a calça, mas pensei que poderia ser alguma coisa tipo nervosismo ou algo assim, então eu dava um tempo e tentava de novo… até que lá pela 3a. tentativa eu consegui. Arranquei a calça dele, e nessa altura, eu já estava subindo pela parede, fui beijando ele da boca, descendo pelo peito até próximo ao caminho da felicidade, e então, tirei a cueca dele…

    Nessa hora, eu estava toda empolgada, minha intenção era chupar ele até ele pedir pra eu parar, mas a minha reação, ao ver o “pequeno brincalhão” foi totalmente diferente.

    Gente!! O pau dele era tão, mas tão pequeno, que eu não sabia se era de frio, se ele não estava excitado ou se era assim mesmo. Tive que dar uma desculpa e correr para o banheiro. Chegando lá, comecei a rir tanto, que tive que colocar uma toalha na minha boca para ele não escutar.

    Depois de acalmar o ataque de riso, eu tinha que fazer alguma coisa, afinal, ele tinha vindo de tão longe e parecia tão interessado que me daria pena deixá-lo na mão assim e vai saber também se aquele ditado que diz “tamanho não é documento” não poderia ser bem usado nessa hora? Vai que ele fosse o Sr. do Sexo mesmo com aquele “brinquedinho”? Eu decidi arriscar e voltei para o quarto como se nada tivesse acontecido e segui de onde parei, mas sem antes “medir” o tamanho do brinquedo enquanto acariciava e beijava a região toda (porque o boquete tinha sido abolido do plano, afinal não era possível devido às proporções) eu pensava como medir e principalmente, como LEMBRAR da medida depois daquele dia….disfarçadamente, posicionei meu dedo polegar ao lado do “mini-mim” dele e vi que servia como referência perfeita! Estava feita a escala > 1:1.

    Seguimos todo o procedimento, porém, novamente tive problemas com o riso na hora que ele disse que teria que segurar (com a mão) a camisinha pois ela não ficara muito segura no microscópico membro.

    A transa foi ótima, na opinião dele, já na minha… estou esperando até hoje para saber como seria transar com aquele cara lindo, que fui apaixonada quando criança e depois reencontrei. Não senti nada!! As vezes penso que se ele tivesse usado o dedo eu teria sido mais feliz….

    Depois daquele final de semana conversamos via internet porém nunca mais nos vimos. E com o tempo, até as conversas terminaram.

    Detalhe: Naquele final de semana, dei uma desculpa e deixei ele dormindo sozinho no hotel, no outro dia só voltei na hora de levar ele pra estação.

    Meninas, depois dessa eu aprendi que tamanho é documento SIM!

    E se não tiver tamanho suficiente dá uma olhadinha nos dedos dele, porque assim a noite pode ter uma salvação.

    Essa é uma de minhas histórias… espero que tenham gostado.

    Beijinhos,

    A.AX”


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Taty Ferreira

Blogueira

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Olar bandiputo!!!

Natural de Araxá/MG, tem 30 anos, é blogueira, youtuber, empresária, escritora, modelo, atriz e mentirosa. Produz conteúdo para a internet desde 2009 e ama o fato de poder trabalhar usando pijama. Tem uma missão de que é lembrar as mulheres de depilarem seus bigodes. Você, mulher, já depilou seu bigode essa semana?