• 18/11/2020// Por: Mariana Martins

    Sex shops evangélicas existem?!

    Existe sim sex shops evangélicas e está em grande crescimento no Brasil. Segundo o Sebrae, alguns estabelecimentos registram que até 30% de seus consumidores pertencem ao público evangélico. E pode ser uma surpresa para você, mas sex shops evangélicas existem e têm um público bem fiel.

    O último censo do IBGE apontou que existem 42,3 milhões de evangélicos hoje no Brasil – 22,2% da população. Pesquisas projetam que eles devem ultrapassar pela primeira vez o total de católicos no país a partir de 2032.

     O mercado de produtos eróticos no país cresce feliz e saltitante, movimentando algo em torno de R$ 1,8 bilhão ao ano. Os evangélicos passaram a reivindicar o direito ao sexo e a indústria de produtos eróticos atendeu prontamente às exigências da nova clientela.

    Há alguns anos começaram a surgir as sexshops direcionadas ao público gospel, com produtos desenvolvidos para proporcionar prazer e não ferir as leis divinas.Como é o caso do casal João e Lídia Ribeiro, que administra uma rede de lojas eróticas, e em 2014 criou uma linha de produtos voltados para esse público.

    Os produtos precisam atender a alguns limites:

    – Devem ser direcionados a casais heterossexuais formalmente casados

    – Não podem ser usados para masturbação individual ou práticas consideradas anti-cristãs, como sexo anal, sadomasoquismo e relação entre pessoas do mesmo sexo.

    Segundo a Associação Brasileira das Empresas do Mercado Erótico e Sensual (Abeme), a virada aconteceu quando os empreendedores deste setor decidiram investir em venda nas periferias de algumas capitais, onde também está a maior concentração de evangélicos pelo país.

    Desde 2018, o mercado erótico em geral está crescendo entre 30% e 35% ao ano. As mulheres representam 70% das vendas dos sex shops em todo o Brasil. 

    Todos os meses são vendidos cerca de 10 milhões de itens eróticos no Brasil. As vendas por e-commerce representam 90% de todas as compras no país. Isso se deve às facilidades de se comprar na internet e também à discrição que essa modalidade oferece.

    E durante essa pandemia? Bom, o volume de vendas aumentou 50% em relação ao ano anterior. E João e Lídia afirmam que esse aumento também se teve entre o público evangélico. 

    Retirado de History Uol


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  • 23/10/2020// Por: Mariana Martins

    Mulher assiste a pornô gay e descobre que marido é um dos atores do filme!

    Uma norte-americana de 26 anos decidiu, assim que seu marido dormiu, assistir um filme pornô. Mas enquanto ela escolhia um vídeo entre homens ela teve uma surpresa: ela viu o rosto do próprio marido na tela!!

    O homem, identificado apenas como Brandon, fazia sexo com vários outros parceiros e ainda usava a aliança de seu casamento. A norte-americana disse que sempre preferiu ver filmes pornôs gays, mas ficou confusa e resolveu fazer um post no Reddit em busca de ajuda. 

    Após a descoberta, os dois passaram a dormir em casas diferentes, e ela se submeteu a exames para detectar possíveis doenças sexualmente transmissíveis.

    “Vou tentar não deixar isso muito explícito, mas cliquei em um vídeo aleatório e, definitivamente, era meu marido (na tela). O rosto dele estava plenamente visível, várias tatuagens específicas. Era ele. Eu sabia, sem sombra de dúvidas, que aquilo aconteceu depois de nos casarmos, porque ele estava com a droga da aliança”, escreveu a usuária anônima.

     “Eu fiquei furiosa e enojada. Ele fez sexo sem proteção com vários homens. A única coisa em que eu pensava era em DSTs. Eu não consegui dormir à noite. Pedi para sair do meu trabalho também. A primeira coisa que fiz foi procurar uma clínica grátis e passar por exames. Não voltei para casa desde então. Não consigo nem olhar para ele. Não consigo nem olhar para ele. Estou brava para c…”

    Na rede social, a mulher em questão pediu ajuda a outros usuários. Depois de várias respostas, ela disse ter conversado com o marido, que justificou a gravação alegando um problema com drogas…. 

    “Ele disse que tem um problema com metanfetamina e que isso ‘deixa ele gay’. Isso tem acontecido por meses. Ele tem encontros aleatórios via Grinder. Não foi um evento isolado. Estou arrasada. Ele disse que vai para uma reabilitação. Eu disse para ele que estamos muito longe de onde estávamos e que eu queria o divórcio”, relatou….

    “Ele disse que faria o que fosse preciso desde que eu não contasse nada a ninguém — porque dane-se nosso casamento, dane-se a vida que temos. Quem se importa com isso? Tudo se baseia na imagem. Eu sou só um efeito colateral”, acrescentou ela, que afirmou ter enviado imagens do vídeo para o chefe e para a família dele… E aí, o que você faria nessa situação?!

    Retirado de Uol


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  • 08/10/2020// Por: Mariana Martins

    Mulher viaja 2400km pra ver webnamorado e toma block dentro do avião!

    Jasmine Triggs, de 23 anos, mora em Fort Wayne, em Indiana (EUA), e assim como algumas pessoas , conheceu a sua “alma gêmea” pela internet. O problema é que as chances da pessoa que conhecemos pela internet morar longe é muito maior do que a chance de morar perto.

    No caso de Jasmine, a sua alma gêmea estava a 2414km dela, em Houston, no Texas. Eles conversavam como se conhecessem há anos, como se fossem feitos um pro outro, algo incrível! Ele era o cara!

     “Nós estávamos conversando e conversando e conversando todo dia…sobre a escola onde ele foi, sobre ele ter sido um cheerleader na faculdade e ser dono de uma empresa de robótica”, disse Jasmine.

    “Eu gostei dele. Nós iríamos nos conhecer”. Conforme os sentimentos dela foram aumentando cada vez mais e ela não conseguia mais ficar longe deste homem, então resolveu desembolsar 388 dólares (2.153 reais) numa passagem de avião pra ir vê-lo. E não foi uma surpresa! Ele sabia disso e dizia querer isso.

    “Ele dizia que mal podia esperar pra me ver e que tinha limpado a casa pra mim”. O webcasal se conheceu através de um grupo de webamigos, que se reuniam pra conversar, jogar, etc. “Na manhã da minha viagem nós ainda estávamos conversando”.

    Após 5 horas de viagem, assim que o avião pousou ela ligou a internet e avisou de sua chegada. Aliás, tentou avisar, porque ela descobriu que havia sido bloqueada. Ela pensou que poderia ser a internet, e mandou mensagem pra outras pessoas. Todas as mensagens chegavam, exceto as que eram para ele. Ela realmente havia sido bloqueada.

    Ela pensou que poderia ser ele quem estava sem internet. Então resolveu ligar para o número, que caía direto pra uma mensagem dizendo que ele estava impossibilitado de receber “esse tipo” de chamada. Sim, ela foi bloqueada.

    Ela estava em um aeroporto de uma cidade que não conhecia, a 2400km de casa, com o coração partido, sem passagem e sem ter o que fazer. As pessoas do grupo de onde se conheceram ficaram sabendo da história, afinal, Jasmine estava desesperada no chat deles. Eles começaram a chamar o cara, e também foram bloqueados por ele. 

    “Ou ele pensou que isso seria engraçado ou ele pode ter uma esposa ou namorada porque ele começou a dizer que não me conhecia mas ele não deveria ter me deixado no aeroporto”, disse Jasmine. 

    Por sorte, um amigo morava na região, onde ela pôde ficar um tempo até se virar pra conseguir voltar, afinal, segundo o acordo que tinha feito com o homem, ela iria pagar a passagem de ida e ele a de volta.

    Ele começou a dizer que não a conhecia depois que ela publicou o caso no Twitter, que atingiu 70.000 curtidas. Ele a desbloqueou e começou a fingir que nenhuma de suas conversas tinham acontecido. “Eu nem sei se ele de fato vive no Texas. Ele tem o código de área, mas também tem três números diferentes”.

    Agora Jasmine dá dicas para pessoas que queiram evitar o mesmo tipo de desilusão:

    1) faça chamadas de vídeo com a pessoa; 

    2) faça ela comprar a sua passagem.

    Retirado de Ovelhas Voadoras


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  • 19/08/2020// Por: Mariana Martins

    Quem trai mais rápido? O homem ou a mulher?

    Você em algum momento da sua vida com certeza participou de um diálogo sobre quem trai mais – os homens ou as mulheres? De acordo com uma pesquisa realizada pelo Ashley Madison (site de relacionamentos), afirmar ter a resposta para essa pergunta polêmica. O resultado aponta que as mulheres são mais propensas a se envolver em um caso extraconjugal.

    Em alguns casos a traição não é uma decisão tomada no calor do momento, mas sim algo pensado e analisado antes de fato ser realizada. No entanto, para adúlteros, quando a fase de considerações termina, a continuação é bastante imediata especialmente para mulheres. 

    As mulheres começam seus affaires mais rapidamente do que os homens, 16 % das mulheres levam menos de um mês para seguir adiante com um caso físico, enquanto 11% dos homens persistem em sua busca no mesmo período, afirma a pesquisa do Ashley Madison.

     “Os homens decidem rapidamente se querem ou não trair, mas leva mais tempo para agirem. Para as mulheres, depois que a fase de consideração mais longa termina, a busca pelo caso é rápida”, explicou Isabella Mise, diretora de comunicação da Ashley Madison.

    Mesmo que o momento possa variar entre homens e mulheres, a lógica é muito parecida. Homens e mulheres têm motivações semelhantes para trair. Na maioria das vezes, eles conhecem alguém e desenvolvem sentimentos, mas em alguns casos, os extraconjugais também começam durante um estágio de transição ou após um trauma na relação. 

    Independente do motivo, parece que as mulheres estão muito mais inclinadas a começar um caso como resultado de um momento específico, em vez de esperar a oportunidade surgir. 

    59% das mulheres relatam que um evento específico as levou a considerar a traição

    64% conseguem identificar o que as levou a seu primeiro caso

    58% dos homens não conseguem identificar o momento específico que os levou a infidelidade

    “As mulheres que traem estão sempre procurando algo”, afirma a Dra. Tammy Nelson, autora de When You’re the One Who Cheats.

    “Elas querem criar uma experiência, e não é por acidente que isso acontece. Mesmo quando parece espontâneo, a decisão foi tomada muito antes do caso começar. As mulheres não caem na cama do parceiro, mesmo que às vezes pareça assim”, completou Tammy.

    Veja mais em iBahia


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  • 11/08/2020// Por: Mariana Martins

    Ponto K: O causador de orgasmos intensos!

    A sexualidade feminina tem sido abordada com liberdade, leveza e informação e mais possibilidades de prazer se apresentam para as mulheres. Uma delas é a estimulação do suposto Ponto K, zona erógena próxima ao colo do útero que teria sido descoberta pela terapeuta sexual norte-americana Barbara Keesling em 1998. Autora de vários livros, como “Faça Amor A Noite Inteira!” e “A Cura pelo Sexo”, lançados no Brasil, a autora também se referiu à área como “passagem misteriosa”, por ter sido pouco explorada.

    O Ponto K, segundo Deva Geeta, terapeuta tântrica de São Paulo (SP), é o ponto da Kundalini, energia vital que todo ser humano carrega dentro de si nos preceitos da tradição hindu e que percorre o corpo como se fosse o movimento de uma serpente. 

    “Para liberar essa energia é necessário que o parceiro faça uma massagem cuidadosa e lenta por todo o corpo, principalmente na pontinha da base da coluna, o cóccix. E, depois, concentrar uma atenção especial e demorada à vulva e à vagina”, conta Deva

    O Ponto K está situado no fundo do canal vaginal e próximo ao cérvix. Assim o ideal é o parceiro fazer uma espécie de gancho com um ou dois dedos, num movimento para cima e para a frente dele, como se estivesse chamando alguém.

     “Tudo deve ser feito com delicadeza e concentração. Caso contrário, o toque pode ser incômodo ou até doloroso. É absolutamente necessário que a mulher esteja excitada o suficiente e devidamente lubrificada”, diz Renata. Por ficar próximo ao colo do útero, é mais difícil estimular o Ponto K sozinha. Uma boa sugestão é usar sex toys com o formato da ponta um pouco curvo.

    É de se esperar que tenha dúvidas, críticas e algumas controvérsias em relação a existência do Ponto K, por falta de pesquisas e estudos comprobatórios, os médicos –  em sua maioria, ginecologistas  – se mostram relutantes em abordar o assunto. Como não existe nenhuma publicação científica sobre o Ponto K, a ginecologia não o reconhece, tendo o clitóris como principal órgão efetor do orgasmo na mulher.

    Já a ginecologista e obstetra Karina Tafner, aponta que embora os orgasmos clitorianos sejam mais comuns, algumas mulheres relatam orgasmos intensos devido a uma estimulação mais profunda, dentro da vagina. Lembrando que, conforme algumas descrições, o Ponto K se assemelha ao chamado Ponto A – que também carece de comprovação pela ciência.

    Mas o que você mais deve conhecer é o Ponto G, que foi identificado pelo ginecologista alemão Ernst Gräffenberg (1881-1957) em 1950 como uma área na parede anterior da vagina capaz de desencadear o orgasmo. Entretanto, suas possíveis propriedades “mágicas” também não são unanimidade entre os experts. 

    “Isso porque o próprio Gräffenberg nunca deixou claro como descobriu esse ponto, que método usou na pesquisa e o que exatamente observou para fundamentar suas conclusões”, observa o médico sexologista José Carlos Riechelmann.

    Para Débora Padua, fisioterapeuta pélvica e sexóloga especializada no tratamento de vaginismo e dor na relação, de São Paulo (SP), é essencial ter em mente que cada mulher é única e, portanto, vivencia o prazer de uma maneira particular.

     “Só o clitóris, por exemplo, tem cerca de 8 mil terminações nervosas. E como tem toda uma parte interna que não conseguimos ver, tem todo um potencial de prazer que se expande por toda a vagina. Acho que, mais do que a pressão para tentar identificar um ou outro ponto, o ideal é se dedicar à exploração pessoal de onde, exatamente, há satisfação”, fala. E, a partir daí, aproveitá-lo com o parceiro.

    De acordo com a sexóloga e terapeuta tântrica sistêmica Paula Manadevi, do Rio de Janeiro (RJ), para acessar novas áreas eróticas é preciso desconstruir a visão ocidental do sexo

     “Nas práticas do Tantra, por exemplo, tudo é feito com conexão e respeito pelo par. Esse foco no momento do sexo facilita não só a localização do Ponto K, mas proporciona ainda um intenso prazer em conjunto. O foco não é o orgasmo, ele é a consequência. E o meio nem sempre é a penetração, em que o homem, em geral, age como uma britadeira desgovernada”.

    Também é importante lembrar que durante a excitação erótica, acontece a ativação de alguns centros cerebrais que fazem com que o cérebro modifique a percepção da experiência sensorial dos órgãos sexuais e de sensações que, em situações comuns, não são tidas como erotizadas, como uma lambida na orelha ou uma mordida no pescoço. 

    “Desse modo, uma bexiga cheia pode ser uma sensação interpretada como prazeirosa. Como a parede da bexiga está grudada com a parede anterior da vagina, é perfeitamente possível que qualquer ponto vaginal, quando estimulado, provoque um grau de reflexo na bexiga. O que seria interpretado como ‘vontade de urinar’ pelo cérebro não erotizado passa a ser interpretado como ‘gostoso’ pelo cérebro erotizado. Portanto, cada centímetro da parede anterior da vagina pode receber o nome de uma letra qualquer, pois toda essa parede, quando tocada, pode produzir sensações na bexiga e dar um reforço na sensação erótica total, facilitando, sim, o desencadeamento do orgasmo”, fala o sexologista José Carlos Riechelmann.

    O sexo é uma importante ferramenta de autoconhecimento e procurar zonas diferentes de prazer pode ser uma experiência divertida sem a ocorrência de cobranças, comparações e expectativas.

    Retirado do Uol


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  • 12/04/2020// Por: Taty Ferreira

    Depois da quarentena…

    Eu já tô quase desaprendendo e vocês?

    Quadrinho da Laura Thayde, siga ela no Instagram clicando aqui @LtdaThayde


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  • 08/04/2020// Por: Taty Ferreira

    Como se dá a formação do órgão genital

    Outro dia vi essa postagem no Facebook e achei que poderia ajudar aqueles homens que tem dificuldade em encontrar o bom e velho clitóris.

    Acho que mais desenhado que isso, impossível!

    Agora não tem mais desculpa em não saber onde está o ponto que leva ao climax feminino.


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  • 07/04/2020// Por: Taty Ferreira

    Já conhece a #TradWife ?

    O que exatamente seria   #TradWives?

    TradWives (esposas tradicionais, em tradução livre), é um movimento que tem crescido rapidamente na internet, sendo composto por mulheres que promovem papéis de gênero ultratradicionais.

    Um exemplo é Alena Kate Pettitt, uma britânica que passa uma mensagem de que o seu objetivo é “estar submissa ao seu marido e mimá-lo como se fosse 1959” em suas redes sociais, juntamente com posts sobre etiqueta, estilo de vida feminino, tarefas domésticas e como ser uma esposa tradicional.

    Em seus artigos, Alena defende, que para um casamento ser feliz e próspero você deve sempre colocar seu marido em primeiro lugar,para ela ser uma esposa tradicional é “ser uma dona de casa que fica feliz em estar submissa ao marido”.

    “Não quero que meu marido volte para casa depois de um longo dia de trabalho e precise cozinhar para mim, porque meu papel é estar em casa, meu trabalho é essencialmente fazer tarefas domésticas”, diz Alena.

    O termo tradwife é controverso, principalmente nos Estados Unidos, porque possui associações com a extrema direita. Mas muitas mulheres que se descrevem como esposas tradicionais rejeitam essa associação.

    “Muitas pessoas querem rotular o movimento e muitas vezes surgem nomes em que você nunca nem pensou”, afirma.

    Alena diz que quando era estudante, nos anos 90, não era “muito popular”, não gostava da cultura da época e se sentia uma estranha em meio a tantas mensagens de ‘você tem que brigar com os homens, você tem que sair de casa e ser independente, sair de sua zona de conforto‘, mas ela sentia que nasceu para ser esposa e mãe.

    Alena cresceu em um lar sem pai. Sua mãe saía para trabalhar todos os dias e a casa, conta, era “um enorme fardo” para ela.

    “Acho que ali percebi que não queria a mesma vida.”

    Alena acabou conhecendo o seu marido que era devidamente “tradicional” para ela.Ele disse: ‘Eu sei que você quer que um homem cuide de você e faça você se sentir segura‘ e se ofereceu para ser essa pessoa. Para Alena o encontro com o marido foi a realização de um conto de fadas. 

    Aos 20 anos, Alena diz que ela era “a típica mulher de carreira”. Morando em Londres e trabalhando muito, ela percebeu que nas redes sociais havia um movimento “quase clandestino” de mulheres que se sentiam como ela, que sentiam falta de “todos os aspectos tradicionais de ser dona de casa”.

    E assim surgiu a Darling Academy. Ela rejeita as críticas de feministas, para quem mulheres como Alena estão jogando fora tudo o foi obtido na luta pela igualdade de gênero.

    “Minha opinião sobre o feminismo é que se trata de escolhas. Se você diz que a mulher deve participar do mundo do trabalho e competir com homens, mas não pode ficar em casa, está tirando de mim essa opção”, explica ela.

    Acho que ser uma esposa tradicional é investir em seu marido, em sua família e inspirá-los a serem as melhores pessoas possíveis. É algo totalmente altruísta. O oposto é ser alguém que é inerentemente egoísta e que apenas toma coisas dos outros.”

    Vá até a matéria da BBC para saber mais sobre esse “estilo de vida”


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  • 03/02/2020// Por: Taty Ferreira

    Mãe vai a lua de mel da filha e engravida do genro

    Essa na foto é Lauren Walls, que decidiu abrir o coração e contar sua história ao jornal Daily Mirror. Ela e o então namorado, Paul White, estavam juntos há dois anos e tiveram uma filha, que não foi programada, mas os deixou tão felizes, que o rapaz pediu Lauren em casamento. A cerimônia aconteceu cinco meses depois do nascimento da pequena, em agosto de 2004. Ela tinha 19 anos e o noivo, 20.

    A mãe de Lauren, Julie, na época com 35 anos, ajudou a financiar o casamento e, como forma de agradecimento, o casal a convidou para a viagem de lua de mel. Apenas oito semanas depois, Paul se mudou e, nove meses mais tarde, a mãe de Lauren deu à luz um bebê, fruto do relacionamento com seu ex-marido

    “Paul sempre se deu muito bem com a minha mãe, mas eu nunca achei isso estranho, já que ela era sogra dele e ele só estava sendo simpático. Eles riam muito juntos. Eu nem pensei em me preocupar. Quem se preocuparia?”, contou ela, ao jornal. 

    Depois da lua de mel, no entanto, Lauren conta que começou a notar que Paul passava muito tempo fora de casa e tinha um comportamento estranho, escondendo demais o celular. Em pouco tempo, a irmã de Lauren desconfiou do que estava acontecendo, quando usava o telefone da mãe e viu uma troca de mensagens suspeitas entre Paul e a sogra. 

    Lauren, então, foi tirar satisfações com a mãe, que negou tudo. Quando fez o mesmo com o marido, ele ficou pálido e não deixou que ela visse seu celular. A história, então, se confirmou. Então, Paul saiu de casa e se separou de Lauren, deixando-a sozinha com a bebê de 7 meses do casal. Em alguns dias, ele foi morar com a ex-sogra. “Eu não conseguia acreditar que as duas pessoas que eu mais amava e em quem eu mais confiava no mundo podiam me trair desse jeito. Era nojento, Uma das piores coisas que uma mãe poderia fazer a uma filha. Paul poderia ser um péssimo noivo, mas ela é minha mãe. Ela deveria me amar e me proteger, acima de tudo. Em vez disso, ela roubou meu marido, destruiu minha família e meus sonhos. Por isso, eu nunca conseguirei perdoá-la de verdade”, desabafou. 

    Mas os fatos ainda não tinham terminado. Algumas semanas depois de Paul ter saído de casa, Lauren viu sua mãe andando na rua e achou que ela parecia estar com uma barriga de grávida. Julie negou, dizendo que tinha um cisto. Em julho de 2005, ela teve o bebê. “Eu mandei uma mensagem para ela e perguntei: ‘E aí, removeu o cisto?’. 

    Anos depois, Julie ainda ligou convidando a filha para o casamento dela com o ex-marido da filha. O mais surpreendente? Lauren foi. A cerimônia aconteceu exatamente cinco anos depois da de Lauren e Paul, em 2009. “Era muito para aguentar, mas fui por causa da minha filha. Fui ver minha mãe se casar com o mesmo homem com que eu me casei cinco anos antes”. 

    Julie tentou fazer as pazes com a filha várias vezes ao longo do tempo e, embora tenha tentado reestabelecer a convivência, Lauren nunca conseguiu perdoá-la de verdade e conta que, até hoje, embora tenha se casado e tido outros filhos, tem problemas para se relacionar por conta do trauma. “O tempo é o melhor remédio e minha mãe e eu temos tentado ter um relacionamento normal, mas nunca seremos tão próximas como éramos – e eu nunca conseguirei confiar nela de novo”, disse.

    Notícia da Revista Crescer que soube que existia graça a leitora Jaqueline Cardello


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  • 01/02/2020// Por: Taty Ferreira

    Homenagem a Damares, GPS na namorada, Pyong no BBB e mais

    O mês de Janeiro demorou a passar mas deixei um compilado de noticias bizarras que vou comentar hoje, entre elas uma moça que beijou o cara que atentou contra a sua vida e o Chiquinho Scarpa que quer colocar gps na namorada!!


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Taty Ferreira

Blogueira

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Olar bandiputo!!!

Natural de Araxá/MG, tem 30 anos, é blogueira, youtuber, empresária, escritora, modelo, atriz e mentirosa. Produz conteúdo para a internet desde 2009 e ama o fato de poder trabalhar usando pijama. Tem uma missão de que é lembrar as mulheres de depilarem seus bigodes. Você, mulher, já depilou seu bigode essa semana?