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Infarto em mulheres jovens aumenta durante a pandemia

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Você sabia que no Brasil uma em cada cinco mulheres têm o risco de sofrer um infarto? Os problemas cardiovasculares são a principal causa de morte entre elas, chegando a cerca de 20 mil óbitos por ano no país.

Durante a pandemia o número ficou ainda mais alarmante. Um levantamento da Sociedade Brasileira de Cardiologia mostra que houve um aumento de 22% entre mulheres de 20 e 29 anos em 2021, momento mais crítico da crise sanitária. Alguns especialistas dizem que a explicação poderia ser o aumento de hábitos não saudáveis, que são os principais fatores de risco como sedentarismo, tabagismo e estresse, que pioraram nesse período.

Normalmente mulheres já são 50% mais suscetíveis a sofrerem infarto do que homens, principalmente após chegarem à menopausa. Isso porque nessa fase existe uma perda da proteção que o hormônio estrogênio dá ao coração.

O mais preocupante, porém, é em relação às mulheres jovens. Existe ainda muita dificuldade no diagnóstico e reconhecimento dos sinais de infarto delas, que muitas vezes é confundido com crises de ansiedade, por exemplo. O problema pode se manifestar como uma dor nas costas, falta de ar, má digestão ou até dor na mandíbula, isso faz com que muitas vezes os sintomas sejam ignorados, aumentando a gravidade dos casos.

É preciso se cuidar e ficar sempre atenta a qualquer possível sinal, pois a redução dos fatores de risco podem prevenir até em 80% as mortes prematuras de causa cardiovascular.

É aí, você está se prevenindo? Sabia do aumento?

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