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Lava-Gato: Modelo abre lava-rápido e faz sucesso com mulheres

lava gato
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Na maioria das famílias quem cuida do carro é o homem, mas na pequena Estrela d’Oeste (SP), a cerca de 140 quilômetros de São José do Rio Preto (SP), esse costume é diferente. O movimento de um lava-rápido da cidade é dominado por mulheres. O dono do local, Paulo André Neto, não admite que o fato de ter mais clientes mulheres que homens tenha relação com o fato de ser bonito, mas as clientes não negam: “Ah, faz bem para os olhos, ele é nosso colírio”, diz cliente que prefere não ser identificada.

A cidade tem pouco mais de 8 mil habitantes, segundo dados do IBGE/2010, o que explica o alvoroço causado no município quando o dono do estabelecimento começou a aparecer em peças publicitárias e figuração de novelas.

O “lava-gato”, como muita gente se refere ao local, teve um aumento de pelo menos 30% de frequentadoras, segundo ele, depois que ele começou a fazer campanhas. “Lembro que algumas professoras faziam questão que eu fosse buscar o carro delas na escola só para me ver. Se não fosse eu, elas cancelavam a lavagem”, conta.

Paulo André lembra que foi descoberto por acaso, na adolescência, por uma fotógrafa. Ela o viu e sugeriu que seguisse a carreira de modelo. Mesmo sem ter este sonho como meta, Paulo seguiu os conselhos da amiga. Primeiro vieram desfiles de moda na região de Jales, Votuporanga e Fernandópolis. Com o tempo, ele fez até figuração em novelas da Rede Globo.

Aos 29 anos, o empresário é casado e tem um filho de 8 anos. Vaidoso, o empresário faz limpeza de pele a cada 15 dias, musculação de segunda a sexta-feira, não come doces, nem abusa de álcool. “Meu sonho é dar um futuro melhor para o meu filho. Por isso, sempre analiso as propostas sem tirar os pés do chão.”

A mulher dele, Edna Aparecida Batista Mussatto, confessa já ter sentido muito ciúme, mas já acostumou com o assédio da mulherada. “Quando comecei a namorá-lo, ele não era tão assediado. Sempre foi bonito, mas com a fama ficou demais. Já sofri, mas com o tempo aprendi a aceitar porque ou mudava ou ia perdê-lo”, diz.

Lá do G1

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