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Maíra Cardi e o falso empoderamento por trás do perdão da traição

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Desde que seu esposo, Arthur Aguiar, foi anunciado como um dos 20 participantes da 22ª edição do Big Brother Brasil, a influenciadora Maíra Cardi vem fazendo declarações polêmicas sobre seu relacionamento, e mais especificamente sobre as supostas 16 traições que já teria sofrido.

Em um programa de podcast, a moça afirmou que muitas mulheres que passam por situações parecidas em relacionamentos, conversam com ela afirmando não querer voltar a relação com os ex-parceiros, pois mesmo os amando, se amam mais.

Segundo Maira, essa atitude seria por orgulho, e não amor: “amor próprio é fazer aquilo que te faz bem”. Até aqui o discurso bonito te faz refletir se não vale a pena passar por cima dos erros do parceiro para ser feliz, te faz pensar que você está sendo forte em permanecer.

Em outra declaração Maira afirmou que se seu marido decidiu ficar com ela depois de ter c#mido mulheres do Brasil inteiro é porque ela tem habilidades únicas… Como é?

O discurso disfarçado de empoderador pode provocar ainda mais dores naquelas que acreditam não serem suficientes para fazer o outro ficar. Se vangloriar por ter aceitado um relacionamento que rompeu com todos os contratos pré-estabelecidos em um casamento monogâmico e se intitular habilidosa por isso passa uma imagem de amor distorcida para seus mais de 6 milhões de seguidores.

O erro aqui é acreditar que por ser a “escolhida” está tudo bem sofrer a dor silenciosa que é sentida cada vez que se é traída, manipulada e desrespeitada. Não caiam no discurso de que para estar do lado de quem gosta é aceitável passar por cima dos seus valores e do seu auto respeito!

Somente o amor próprio é realmente poderoso!

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