• 07/04/2020// Por: Taty Ferreira

    Já conhece a #TradWife ?

    O que exatamente seria   #TradWives?

    TradWives (esposas tradicionais, em tradução livre), é um movimento que tem crescido rapidamente na internet, sendo composto por mulheres que promovem papéis de gênero ultratradicionais.

    Um exemplo é Alena Kate Pettitt, uma britânica que passa uma mensagem de que o seu objetivo é “estar submissa ao seu marido e mimá-lo como se fosse 1959” em suas redes sociais, juntamente com posts sobre etiqueta, estilo de vida feminino, tarefas domésticas e como ser uma esposa tradicional.

    Em seus artigos, Alena defende, que para um casamento ser feliz e próspero você deve sempre colocar seu marido em primeiro lugar,para ela ser uma esposa tradicional é “ser uma dona de casa que fica feliz em estar submissa ao marido”.

    “Não quero que meu marido volte para casa depois de um longo dia de trabalho e precise cozinhar para mim, porque meu papel é estar em casa, meu trabalho é essencialmente fazer tarefas domésticas”, diz Alena.

    O termo tradwife é controverso, principalmente nos Estados Unidos, porque possui associações com a extrema direita. Mas muitas mulheres que se descrevem como esposas tradicionais rejeitam essa associação.

    “Muitas pessoas querem rotular o movimento e muitas vezes surgem nomes em que você nunca nem pensou”, afirma.

    Alena diz que quando era estudante, nos anos 90, não era “muito popular”, não gostava da cultura da época e se sentia uma estranha em meio a tantas mensagens de ‘você tem que brigar com os homens, você tem que sair de casa e ser independente, sair de sua zona de conforto‘, mas ela sentia que nasceu para ser esposa e mãe.

    Alena cresceu em um lar sem pai. Sua mãe saía para trabalhar todos os dias e a casa, conta, era “um enorme fardo” para ela.

    “Acho que ali percebi que não queria a mesma vida.”

    Alena acabou conhecendo o seu marido que era devidamente “tradicional” para ela.Ele disse: ‘Eu sei que você quer que um homem cuide de você e faça você se sentir segura‘ e se ofereceu para ser essa pessoa. Para Alena o encontro com o marido foi a realização de um conto de fadas. 

    Aos 20 anos, Alena diz que ela era “a típica mulher de carreira”. Morando em Londres e trabalhando muito, ela percebeu que nas redes sociais havia um movimento “quase clandestino” de mulheres que se sentiam como ela, que sentiam falta de “todos os aspectos tradicionais de ser dona de casa”.

    E assim surgiu a Darling Academy. Ela rejeita as críticas de feministas, para quem mulheres como Alena estão jogando fora tudo o foi obtido na luta pela igualdade de gênero.

    “Minha opinião sobre o feminismo é que se trata de escolhas. Se você diz que a mulher deve participar do mundo do trabalho e competir com homens, mas não pode ficar em casa, está tirando de mim essa opção”, explica ela.

    Acho que ser uma esposa tradicional é investir em seu marido, em sua família e inspirá-los a serem as melhores pessoas possíveis. É algo totalmente altruísta. O oposto é ser alguém que é inerentemente egoísta e que apenas toma coisas dos outros.”

    Vá até a matéria da BBC para saber mais sobre esse “estilo de vida”


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Taty Ferreira

Blogueira

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Olar bandiputo!!!

Natural de Araxá/MG, tem 30 anos, é blogueira, youtuber, empresária, escritora, modelo, atriz e mentirosa. Produz conteúdo para a internet desde 2009 e ama o fato de poder trabalhar usando pijama. Tem uma missão de que é lembrar as mulheres de depilarem seus bigodes. Você, mulher, já depilou seu bigode essa semana?