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Uma em cada cinco mulheres ainda acredita em coito interrompido

uma em cada cinco mulheres ainda acredita em coito interrompido
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Não quer usar camisinha e nem sofrer com as alterações hormonais da pílula? Se para você o coito interrompido é a saída para evitar gravidez, saiba que o método é falho em 30% dos casos, além de não proteger contra doenças venéreas. Segundo estudo feito pelo aplicativo feminino de fertilidade Glow, uma em cada cinco mulheres acredita no coito interrompido como método contraceptivo. Khalid Sultan, médico do New York Fertility Institute, explicou que o fluído da pré-ejaculação pode misturar-se com esperma remanescente e provocar a gravidez. As informações são do Daily Mail.

De acordo com uma pesquisa no National Institutes of Health, o corpo do homem produz até 4 ml de fluído pré-ejaculação durante o sexo. Não é o fluído que causa a gravidez, mas ele pode levar resto de esperma contido na uretra do homem, da última ejaculação, por exemplo, para dentro da vagina. “É indicado urinar sempre entre as ejaculações para eliminar qualquer esperma do canal”, disse o médico Sultan.

O alto índice de falha do coito interrompido como contraceptivo é que a maioria dos casais não sabe como executá-lo de forma apropriada. Uma análise da Mayo Clinic mostrou que 28 em cada 100 mulheres que praticam o coito interrompido durante um ano engravidam. A pesquisa do aplicativo Glow mostrou também que 32% das mulheres preferem camisinha e 27% tomam pílula contraceptiva.

Do Vírgula

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